Confissão Picante: Do Café Quente à Explosão no Meu Cu

Na cozinha da minha casa, às 10h30, preparava o café. Ele chegou cedo para o almoço. De repente, sinto os braços dele ao meu redor. Cruzados nos meus seios. Beijos leves no cabelo. Depois no pescoço. Mãos apertam forte. Tremi. Pernas fraquejam. Mas insisto no café. Quente. Perturbador. O corpo dele colado nas minhas costas. Gestos incertos. Jogo a cabeça para trás. Contra ele. Ele pega a cafeteira cheia. Põe de lado. Acaricia os seios mais forte. Rolo a cabeça. Respiramos pesado. Cheiro de café invade. Delicioso. Ele guia minhas mãos ao lava-louça. Agarro-me. Sinto o pau duro contra mim. Desabotoa minha calça. Zíper descendo. Cai no chão. Tiro rápido. Sem calcinha. Como ele pediu. Ele recua. Levanta meu suéter. Vê a mão dele entrar e sair entre minhas pernas. Dedos no meu sexo. Molhado. Saem. Seguem a racha da bunda. Massageia as nádegas. Uma mão cada. Polegares em círculos. Aproximando. De repente, abre as nádegas. Lambe o cu. Gemo alto. Minha mão vai ao clitóris. Ele impede. Cedo demais. Rabata o suéter. Pergunta pelas tasses. Viro-me. Beijo feroz. Longo. Ele pressiona contra mim. Pernas entrelaçam. Pau duro na minha coxa. Pego as tasses. No sofá, café 100% arábica. Chocolate. Mão na coxa dele. Na minha. Sorrisos. Beijos entre goles. De repente, ajoelho-me. Empurro-o contra o encosto. Desabotoo a calça. ‘Deixa, teu pau tá preso.’ Mãos na nuca. Ele obedece. ‘Olha como tá duro. Chupa, minha linda.’ Ajoelhada. Língua da base ao topo. Engulo tudo. Sobe devagar. Lábios apertados. Ele geme. Tira meu suéter. Uma mão na bunda. Outra no cabelo cacheado. Seios roçam a coxa dele. Ele fecha os olhos. Chupo o gland. Pego a base. Punheto lento. Chupo fundo. Acelero. Ele endurece. Paro. ‘Para! Cedo demais.’ Almoço. Salmão fumado. Toasts. Salada de endívias. Uvas. Ele sem calça. Eu volto de avental. Costas nuas. Nó na bunda. Seios quase escapam. Ele duro o tempo todo. Conversa leve. Ele engraçado. Conquistado. Segundo café. Sento nos joelhos dele. Um de cada lado. Desabotoo a camisa. Mãos frias sob o tee. Dois tees. Lembro: pedi um com o cheiro dele. Para dormir imaginando-o. Nus agora. Ele malaxa os seios. Forte. Gemo. Lábios tremem. Olhar turvo. Chupa os mamilos. Ralo. Bacia mexe. Pubis roça o pau. Lábios abrem. Molhada nele. Branlo o clitóris no pau duro. Ele geme. Para de chupar. Respira fundo. Desliza dentro. Fundo. Geme juntos. Fico imóvel. Sexos unidos. Subo devagar. Aperto a vagina. Como ele ensinou. Desço. Aperto. Ele perde o controlo. ‘Não aqui, chéri. Vamos ao quarto.’

Subimos a escada. Mão na mão. Ele atrás. Olha minhas bundas rebolando. Provoco. Dois degraus de cada vez. Abre mais. Ele vê o cu. A boceta peluda. No quarto. Olhares famintos. Corpos colam. Beijo longo. Apaixonado. Empurro-o. Caio na cama. Ele ajoelha. Acaricia a boceta. Levanto pernas. Nos ombros dele. Puxo-o. Lambe a fenda. Aspira o clitóris. Um dedo. Dois. Me curvo. Cabeça rola. ‘Fode-me, chéri. Não aguento.’ ‘Não ainda.’ Viro de bruços. Ele pega óleo. Massageia as costas. Polegares na coluna. Desce. Bundas relaxam. Três dedos na boceta. Gosto. Dedo no cu. Não resisto. Engulo. Segundo dedo. Gemo. Pau dele enorme. Glande no cu. Entra a ponta. Metade. Crispo os dedos no travesseiro. Levanto a bunda. Ele fode fundo. ‘Delícia. Sim.’ Bomba rápido. Mão no clitóris. Enorme. Gozo forte. Contrai tudo. Vagina. Cu. Ele sente. Grita. Goza jatos no cu. Longo. Infinito.

A Febre

A pele ainda queima. Suor frio. Corpos colados. Respiração acalma. Olhares doces. Beijos suaves. Sinto o esperma escorrendo. Único. Devorador. Perigoso. Ele é meu vício.

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