Confissão Picante: Travestido e Sodomizado pela Minha Mulher

Tudo começou em casa, naquela noite de carnaval. O quarto escuro cheirava a perfume e expectativa. Fabienne, Jeanne e Solange me esperavam. Rasos afiados na mão. Tomei banho rápido. Água quente escorrendo pela pele. Elas me epilaram. Cada pelo arrancado, um arrepio. Corpo liso, nu, exposto. Só o pénis peludo. Eu mesmo o raspei. Tenso. Vulnerável.

Fabienne trouxe lingerie nova. Culotte de renda apertada. Soutien-gorge com balões de água. Peitos falsos balançando. Sensação macia, errada, excitante. Porte-jarretelles. Meias subindo devagar. Pênis preso entre as pernas. Sufocado. Robe de seda preta, decote fundo. Sapatos de salto. Maquilhagem pesada. Olhei no espelho. Uma puta sexy. Coração disparado. Pele a arder.

A Febre

Restaurante lotado. Amigos babando. O empregado espreitava o decote. Olhos famintos. Na discoteca, ele de novo. Despiu-me com o olhar. Atracao estranha. Corpo feminino latejava. Culotte roçando. Desejo crescendo. Vermelho no peito. Volta para casa. Tarde. Fabienne sorri maliciosa. ‘Deixa-me tratar de ti.’

No divã. Robe escorregando. Beijos leves. Mordidas nos mamilos falsos. Língua quente. Corpo tremendo. Ordens: ‘De joelhos.’ Cabeça no braço. Rabo alto. Culotte puxada. Língua no cu. Choque. Prazer cru. Dedos um, dois, três. Dor lancinante. Gozo múltiplo. Suor pingando. Coração em pânico.

O Braseiro

Foulard nos olhos. Mãos presas atrás. Cera quente nas nádegas. Queimadura deliciosa. Pénis endurecendo, preso, doendo. Língua de novo. Dedos lubrificados. Saliva escorrendo. Grito de dor. Pausa. Prazer invade. Ela domina. Mão no pénis. Aperto nos tomates. Vaivém brutal. Gozo iminente. Para. ‘Queres mais?’

‘Aux anges.’ De costas. Culotte nos joelhos. Pernas ao peito. Boca nas bolas. Sucção profunda. Gode na boca. ‘Chupa.’ Humilhação. Saliva grossa. Ela lubrifica. Empurra. Dor rasgante. Sai. Entra. Devagar. Ritmo acelera. Vaivém. Círculos. Gozos em cadeia. Rabo oferecido. Cuspe dentro. Profundo. Rápido. Colapso.

As Cinzas. De lado. Cu ardendo. Sangue e saliva misturados. Culotte de volta. Pénis preso. Pernas moles. Fabienne cuida. Silêncio quente. Virgindade anal perdida. Anos depois, ainda penso. Não traí. Não preciso de homens. Mas o desejo lateja. Roupa escondida. Culotte agora, enquanto escrevo. Ela sabe. Às vezes, enche-me. Amor devorador. Dez anos. Pele ainda queima.

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