Confissão Picante: Quando a Minha Contabilista Me Ofereceu o Cu no Escritório

Era 7 de junho. Entro no gabinete da Stéphanie, como todos os meses, para entregar a contabilidade. Ela sai do escritório. Magnífica. Vestido curto de verão, pretos saltos altos. Aperta-me a mão. Indica o assento. Entra, deita caixas no chão. Inclina-se no balcão de vidro. Botões abertos. Vista direta nos seios. Sutiã preto. Peito perfeito. Começa as broncas habituais. ‘Olivier, erro na fatura de exportação. HT sem prova.’ Mais se debruça. Vejo barriga lisa. Contorno da cueca. Preta. String. Coração acelera. Pum-pum. Calor sobe. Ela pega a folha. Dá a volta à mesa. Para ao meu lado. Eu sentado. Ela de pé. Vira-se de costas. Agacha-se nas caixas. Roba tensa nas nádegas. String marca. Vinte centímetros do meu joelho. Tortilha-se. Cul chama. Coração a 200. Giro a cadeira. Mãos nas nádegas. Tempo para. Ela imóvel. Subo a roba. Cambra as costas. Ajoelho-me atrás. Roba nos rins. String preto divide as nádegas. Malaxo carne firme. Polegar na racha. Pressiono ânus. Desço ao clitóris. Vaivéns. ‘Olivier, fecha a porta à chave.’ Levanto-me. Tranco. Volto. Mão na cona por cima do string. Masturbo-a. ‘Três anos de broncas. Hoje, pago-te com prazer. Vou foder-te sem dó.’ ‘Eu tentei atrair-te. Vestidos sexy. Nada. Hoje, quero que me destroces. Sou tua.’ Desabotoo calças. Pila dura. Froto na cona. Tiro-lhe roba pela cabeça. Quatro patas. Soutien-gorge solto. Peitos pequenos, duros. Nu. Chupo tetas. Ela mama-me a pila. Profundo. Garganta aperta. Volto atrás. Baixo string. Cona peluda, molhada. Dois dedos dentro. Dedo no cu. Ela abre nádegas. Entra fácil. Geme. ‘Vou ramonar-te a cona pelas broncas. Enculhar pelo resto. Gozar na boca pelas críticas.’ ‘Se tivesse o meu cinto, enchia-te o cu eu.’ Despido. Ela de barriga no balcão. Pernas abertas. Lambo cona. Sabor agridoce. Língua no clitóris. No cu. Penetro com língua. ‘Lambo-te o cu todo.’ Pila na cona. Empurro. Quente. Molhado. Bombo forte. Dedos no cu. Saio. Posiciono no ânus. ‘Encula-me. Depois eu enculo-te. Gode no saco ao lado.’ ‘Prometido.’ Entra apertado. Vaivéns. Acelero. Saio. Viro-a. De joelhos. Gozo na cara. Esperma no rosto, boca. Ela limpa com string. Beijo leve.

Porta abre. Volta com saco. Tranca. Tira roba. Enfia gode azul. ‘A plat ventre.’ Obedeço. Dedos com gel no cu. Dois. Gode pressiona. Entra suave. Agarrou ancas. Masturba-me pila. Bomba. ‘Enculo-te fundo. Amo isto contigo.’ Acelera. Pila endurece. ‘Eu… amo-te, Olivier.’ Gozo no chão. Ela aperta bolas. Vazia. Sai. Abraço. Beijo longo. Tendre. Apaixonado. ‘Melhor foda da vida. Queres tentar juntos?’ ‘Sim. Teste um mês. Depois mudo-me.’ Coração ainda bate forte. Pele arde. Mundo mudou.

A Febre

Corpos colados. Gel frio no cu. Suor seca devagar. Olhos nos olhos. Sorrisos cúmplices. Ela veste. Eu nu. ‘Passamos ao tutear?’ ‘Sim. Tu tens razão.’ Saio do gabinete. Ar quente de junho. Pernas tremem. Cul queima. Cona dela ainda sinto. Três anos esperados. Num dia, tudo. Amor? Talvez. Prazer total, certeza. Perigoso. Devorador. Meu.

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