Confissão Picante: O Ritual que Nos Leva ao Êxtase Após 40 Anos

No quarto escuro, após a televisão. Não dormimos. Sinto o calor do seu corpo ao lado. Placo-me contra ela, do lado direito. Minhas mãos deslizam devagar pelas nádegas macias. Bas ventre. Ombro. Base dos mamilos. Não toco as pontas. Ela acorda o desejo assim. Coração acelera. Meu pau semi-duro roça sua pele. Ela verifica. Mão furtiva. Pronto. Ela vira de costas. Coxas abertas. ‘Mete-me’, sussurra. Empurro lençóis. Tento no escuro. Às vezes, ela guia. Pega meu pau. Glande na entrada da cona. Penetro seco. Ela geme baixo. Aperta. Excitação cresce. Lubrifica. Enfio mais fundo. Cona apertada. Delícia. Espero que sinta o mesmo. Apoio nos antebraços. Boca nos mamilos. Chupo. Mordo leve. Va-et-vient lentos. Ela abre. Gemo. Pele queima. Suor brota. Ritmo cardíaco explode. Urgência sobe. Quero devorar.

Pau endurece mais. Ela geme. Ralo os mamilos. Beijo fundo. Línguas dançam. Ela suga a minha como um pau pequeno. Dedo desce. Raia das nádegas. Não forço. Ela às vezes toca o clitóris. Eu pilo forte. Cona acolhe. Quero durar. Ereções falham com idade. Pilula ajuda. Imagino safadezas. ‘Vou meter dedo no cu’, digo. Saliva lubrifica. Ou sua gozo. Ou gel escondido. Pergunto se quer. Às vezes basta. Gozamos. Eu dentro. Ela gritando. Ameaça basta. Mas hoje, mais. Sem palavras. Entendemos. Ela quer ação. Mão dela entre colchão e cu. Dedo busca o buraco. Sinal claro. Meu polegar roça. Massageia ânus. ‘O que queres?’, pergunto. Silêncio. Corpo responde. Apresento dedo. Pau na cona. Ela vira leve. Libera. Forço. Entra devagar. Inexorável. Boca encontra boca. Ela abre. Dedo todo dentro. Calor. Apertado.

A Febre

Se para aí, ela bate clito. Eu mexo dedo no cu. Pau parado na cona encharcada. Va-et-vient dedo. Gozamos. Mas não. Ela quer mais. Segundo dedo junta. Difícil. Faz parte. Parede fina. Sinto meu pau através dela. Ela bate clito forte. Eu aperto mamilos. Ou chupo boca. Pau mexe devagar. Dedos fundos. Imóveis. ‘Diz o que fazes’, ordeno. ‘Bato punheta no clito. Enculas-me com dedos’, responde. Voz rouca. Palavras explodem. Gozo fundo na cona. Ela urra. Corpo treme. Ondas. Suor gruda peles. Coração martela. Posse total. Perco controlo. Ela também. Êxtase bruto.

Corpos colapsam. Pau amolece dentro. Saio devagar. Dedos saem. Ela vira. Abraça. Pele ainda arde. Respiração ofegante acalma. Beijo suave. Olhos no escuro. ‘Amo-te’, sussurro. Ela sorri. Risonha. Pele macia. Rondezas amadas. Quarenta anos. Ritual prova. Intenso. Único. Cinzas quentes. Memória eterna. Desejo renasce amanhã.

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