Confissão Picante: Devorada por François no Salão das Chamas
François sobe as escadas. Eu colada ao braço dele. Seus trinta centímetros cravados no fundo do meu sexo. Balanço. Ele me alarga sem piedade. No salão amplo, iluminado só pela lareira e velas perfumadas, ele me deita de bruços no sofá largo. Nuos. Encharcados de suor que brilha na pele. Olhos semicerrados. Boca dele no meu pescoço. Mão vira minha cabeça. Beijo langoroso. Paixão que queima. Pega meus cabelos loiros. Esfrega no rosto. Inala meu cheiro de fêmea. Continua o beijo. Golpes de rim lentos. Pênis desliza no meu canal úmido. Demais. Orgasmo explode. Ele agarra meus seios. Dedos pinçam mamilos rosados, duros como pedra. Gemo sem parar. Tempo some. Parece horas de pistoneio lento. Na real, meia hora. Performance insana. Corpo amolece. Cada roçar nas paredes vaginais é delícia pura. Haleto. Ele me segura no pré-orgasmo. Desacelera quando subo. Retira sem gozar.
Silêncio. Só crepitar da lareira. Nossos ofegos. Corpos escorregadios. Tecido do sofá range. Toques leves. Viro de costas. Pernas abertas. Ele admira entre minhas coxas. Seu pau máximo, reluzente da minha gozo, bate nas coxas. Olho meu sexo. Gouffre aberto. Dégoulinant. Dedo roça paredes expostas. Ele me deita. Avança pubis ao meu rosto. Abro boca. Mas para sobre peitos. Masturba devagar. Ritmo hipnótico. Acelera. Goza jatos potentes. Visa mamilos. Cobre de porra espessa. Olhos arregalados. Admiro ele crispado. Râle gutural. Imóvel. Ele deita ao lado. Haleto com ele. Viro de lado. Pés roçam coxas ebânicas. Porra gruda nos mamilos.
A Febre
Beijos furtivos. Encontra meu piercing. Molha agulha na porra do peito. Procura furo. Picadas queimam. Ajudo, ofereço seio. Fecha. Silêncio ensurdecedor. ‘Sabes como me perfurei?’ Ele ignora. Dedo na porra desliza à boca. Chupo avid. Saboreio sêmen dele. Mão dele guia minha à cona aberta. Masturbo clítoris. Ele rola baseado. Vê tudo. Telepatia pura. Chupo meus dedos melados. Gozo própria ambrosia. Pau dele endurece. Prazer sobe das entranhas. Haleto. Quase. Ele arranca dedos. Pinça clítoris. Dor apaga orgasmo. Mostra outro piercing. Senta entre pernas. Dedos de fada no clítoris. Insere bijou. Desliza como masturbação. Guio mãos dele. Quase gozo. Pinça de novo. ‘Que se passa?’
O Braseiro
Vira-me de bruços. Coussin sob ventre. Coxas abertas. Espelho reflete. Pega vela. Inclina. Cera quente nas omoplatas. Mordo lábios. Gota após gota. Picor delicioso. Até raia das nádegas. Cera escorre no sulco. Tapota com pau duro. Apaga vela nos dedos. Sem dor. Abre nádegas. Vela no ânus. Giro. Enfia. Participo, abro mais. Relaxa. Base larga estica. Vaivém lento. Abre tudo. Tira. Joga na lareira. Pau entra fácil. Trinta cm no fundo. Suspiro alívio. Fesses fecham na base peluda. Domina quadris. Sodo profundo. Gozo brutal. Vaginação vazia pulsa. Para. Recomeça. Espelho: negro fode branca como flipper. ‘Amo-te.’ Ele acaricia cabeça. Continua violento. Prazer renasce. ‘Vou gozar… não pares!’ Vaga explode. Ele crava. Goza inundando. Morde pescoço. Sangue. Orgasmo eterno.
Caímos. Pau ainda dentro. Abraça. Amolece no cu. Lágrimas. Nunca gozei assim. Luz diurna filtra. Nove horas. Braços dele prendem. Beijo dormindo. Adormeço. Pau escapa. Porra vaza do ânus béu.



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