Confissão Picante: A Escultora de Desejos no Atelier Proibido

O atelier cheira a madeira fresca e resina. Luz indireta banha as esculturas. Dominique acaricia o anjo de tilleul. Nossos dedos roçam. Eletricidade sobe pela espinha. Coração martela no peito. Ela vira o rosto. Olhos noisette devoram os meus. Ar fica grosso. Pesado. Quente. Aproximo-me. Beijo a palma da mão dela. Pulso. Cotovelo. Ombro. Pescoço. Ela treme. Lábios se encontram. Chocante. Quente. Línguas dançam furiosas. Mãos exploram. Rasgo a blusa. Peitos pequenos. Perfeitos. Mamilos rosados endurecem na minha boca. Sucção forte. Ela geme. Baixo. Arfa. Unhas cravam nas minhas costas. Calor da pele gruda. Suor escorre. Desço a saia. Calcinha encharcada. Dedos invadem. Molhada. Escaldante. Ela agarra o meu pau. Aperta. Lateja. Contra a parede de madeira. Pernas dela abrem. Urgência queima. Não aguento. Rasgo tudo. Entro num embate. Selvagem. Profundo. Ela uiva. Quadris batendo. Ritmo insano. Coração explode. Pele em chamas. Posse total. Devoro-a. Ela me devora. No sofá de couro gasto. Ela no topo. Cavalga furiosa. Unhas nos peitos. Mamilos torcidos. Grito rouco. Ela treme. Convulsa. Molha tudo. Eu gozo. Jorro. Dentro. Sem freio. Corpo colado. Suor pinga. Respiração rasga o silêncio. Ela ri. Baixo. Safado. Dedos traçam cicatriz fresca. “Meu paciente safado.” Pau endurece de novo. Ela sabe. Capote novo. Sentada no colo. Peito contra peito. Empala devagar. Olhos nos olhos. Movimentos lentos. Profundos. Clitó roça. Ela geme. Eu aperto as nádegas. Marcas vermelhas. Acelera. Louca. Eu a possuo de baixo. Golpes secos. Gritos ecoam no atelier. Madeira range. Corpos colidem. Suor voa. Orgasmo duplo. Ela desaba. Eu a seguro. Pele ainda ferve. Coração desacelera. Aos poucos. Beijos moles. Dedos nos cabelos. Silêncio quente. Cinzas fumegam. Ela aninha no peito. “Isso cura tudo.” Rio. Pele arde suave. Marcas de guerra. Único. Eterno. Manhã chega. Nua. Desenho-a. Curvas perfeitas. Mamilo com a tulipa. Ela acorda. Senta no pau nu. Ondula. Lento. Gozo cru. Dentro dela. Risco delicioso. Café nu. Banho juntos. Toques leves. Atelier de novo. Pose de quatro. Desenho a bunda. Figa aberta. Entro por trás. Lento. Depois feroz. Gozo forte. Ela mia. Afundo. Cinzas viram brasa de novo. Mas agora calma. Profunda. Ela fica. Meu médico. Minha. Posse selada no suor.

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