Confissão no Parking: O ‘Viol’ que me Devorou Viva
Sento-me no carro. Coração martela. O email do mestre queima na mente: ducha, vista-se, vá ao bowling. Obedeço. Sempre. Parking subterrâneo. Luz apaga. Escuridão engole tudo. Colunas sombrias. Aperto a bolsa. Respiro fundo. ‘Só o timer.’ Passos ecoam no vazio. Elevador. Botão. Coração acelera. Sorriso bobo. Medo infantil. Apartamento. Ducha quente. Água escorre pele nua. Sem calcinha. Ordem dele. Visto calça fina, top solto. Sapatos leves. Desço. Telefone toca. Mestre. Voz doce, dominante. ‘Confia em mim?’ Sim. Alarme no pulso. ‘Pare se quiser.’ Riso. ‘75% sonham com viol.’ Bip. Sozinha. Luz apaga de novo. Passos. Mão gantada na boca. Braços presos. Sombras. Respiram pesado. Bracelete no pulso. Alarme testa. Grito estridente. Para. Presos. Sem sutiã. Pele arde. Excitação sobe. Terror e fogo. Mestre sabe. Meu fantasmo. Plural. Cordas. Preso. Viol consentido. Perigoso. Delicioso. Coração explode. Pele queima. Desejo vermelho.



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