Confissão: A Terapeuta que Acendeu Meu Fogo Esquecido

Ambiente íntimo de boudoir

No consultório de Solange, ar condicionado falhando. Luz amarelada filtra pelas cortinas semi-fechadas. Sento no fauteuil, coração já batendo forte. Ela entra, tailleur justo, perfume sutil invade. Olhos nos meus, perturbada desde o flash. ‘Étienne, concentre-se na foto.’ Mas eu só vejo suas coxas firmes, o leggings da vez passada. Pele arrepia. Mãos suam. Baixo-ventre pulsa. Ela se inclina, decote sutil. Respiração acelera. Imagino rasgar aquela blusa. Dedos tremem na foto de Laure. Nada. Só ela. Solange. Quero tocá-la. Agora. ‘Feche os olhos.’ Obedeço. Flash: ela nua, pernas abertas no lavabo ao lado. Coração galopa. Piro. Calor sobe, pau endurece no jeans. Abro olhos. Ela nota. Ruboriza. ‘Algo errado?’ ‘Você. Aqui. Agora.’ Levanto. Puxo-a pelo braço. Ela resiste fraco. Boca na dela. Línguas colidem. Urgente. Selvagem.

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Corpos grudam. Rasgo o tailleur. Botões voam. Soutien-gorge branco, broderia dourada. Exato. Mãos nas tetas pequenas, firmes. Ela geme baixo. ‘Não… pacientes…’ Mas empurra quadris contra mim. Arrasto-a pro divã. Calço dela voa. Leggings desce, revelando culote rendado. Molhada já. Dedos mergulham. Carne quente, escorregadia. Ela arqueia. ‘Étienne!’ Chupo pescoço, suor salgado. Ela arranha minhas costas. Pau latejante. Tiro tudo. Ela ajoelha. Boca quente engole. Fundo da garganta. Engasga, mas mama forte. Saliva escorre. Puxo cabelo. Fodo a boca. Ritmo brutal. Coração explode. Ela tosse, olhos lacrimosos. ‘Mais.’ Levanto-a. Viro de costas. Abre pernas. Glans na entrada. Empurro seco. Ela grita. Carne aperta. Molhada, funda. Bomba. Rápido. Coxas batem. Suor pinga. Mão no clitóris. Ela treme. ‘Fode-me!’ Primeira vez vocal. Animais. Unhas cravam. Giro, levrette no divã. Abro nádegas. Lamba ânus. Ela goza. Contrações. Aperta pau. Eu acelero. Bolas batem. Grito primal. Jatos quentes dentro. Encho-a. Colapso.

A Febre

Pele ainda queima. Corpos suados, ofegantes. Ela vira, beija devagar. ‘Isso… não muda nada.’ Mas olhos dizem mais. Limpo com lenços. Vestimo-nos em silêncio. Coração desacelera. Cinzas quentes. Saio zonzo. Memórias? Nenhuma de Laure. Mas isso. Gravado. Pele marca. Impulso satisfeito. Perigoso. Único. Volto pra casa. Laure sorri inocente. Mas eu sei. Fogo aceso. Solange espera. Próxima sessão. Perco controlo de novo.

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