Confissão Picante: Réveillon Devorado pelo Desejo Selvagem
A mesa do réveillon ferve. Risos ecoam. Gisèle, Armand, Félix com Angélique, Bianca e Rosalie. Blague sobre cacahuètes e clitóris. Todos gargalham. Rosalie conta do beau-frère bêbado, ela de slip e soutif. Coração acelera. Ar quente. Félix ia contar outra, mas Gisèle tinge o copo. Minuit perto. Ela se levanta. ‘Chega de palavras sujas. Vamos aos atos.’ Paixão explode. Armand baixa calças. Pénis semi-duro. Gisèle acaricia. Boca faminta. Félix cai da cadeira. ‘Partouze! Saímos!’ Pega Angélique e some. Bianca se despe. Dentelles roxas, pele branca, toison em V. Rosalie beija Armand. Suave, mas fogo. Gisèle chupa Bianca na mesa. Dedo no ânus dela. Armand ergue Gisèle. Fesses molhadas, sem calcinha. Penetra devagar. Dinamismo cru. Rosalie vê ânus dele piscar. Goulot da garrafa de champanhe. Entra. Sodomia moderada. Corações batem forte. Pele queima. Urgência de possuir.
Minuit soa. Tudo vira escultura viva. Líquido escorre. De con de Bianca à boca de Gisèle. Degola no corpo. Na verga de Armand. Bolhas de champanhe nas fesses dele. Rosalie urina. Culotte encharcada. Moqueta suja. Armand goza no 12º golpe. 2015. Gui. Votos safados. ‘Felações profundas.’ ‘Sodomies inesquecíveis.’ Café fuma. Corpos exaustos, mas prontos. Nua Bianca. Gisèle com esperma nas pernas. Armand de camisa. Rosalie de culotte molhada. Campainha. Angélique volta. ‘Félix me comeu de raiva, mas recusei. Fiz punheta com luva. Ele mandou a blague: fesses não são amigas por merda entre elas.’ Ela chora. Cabeça no café. Debaixo da mesa. Gisèle: ‘Sai daí. Nada sujo aqui.’ Angélique pede tesoura. Corta botões. Corsage abre. Soutif. Saia cai. Culotte rasgada. Toison negra exposta. Rodas da mesa. Mãos tocam. Lábios grandes. Fesses quentes. Espasmo úmido. Baisers savoureux. Línguas. Armand fode no 4º giro. No 7º, mesa desaba. Angélique nua no meio dos restos. ‘Cortem minha toison.’ Simbolismo. Liberdade. Gel vaginal. Armand penetra. ‘Bonne année!’ Pele em brasa. Ritmo cardíaco explode. Posse total.
A Febre
Quatro horas. ‘Hora da sodomia?’ Armand cansado. Felações não ajudam. Telefone. Félix. Angélique fala. Armand a pega por trás. Sodomia enquanto conversa. Excitação máxima. ‘Duas fesses amigas agora.’ Esperma escorre. Ela vai embora nua sob impermeável. ‘Soupe à l’oignon tomada.’ Cinzas quentes. Pele ainda arde. Corpos suados. Olhares cúmplices. Noite única. Impulsos devorados. Controle perdido. Prazer bruto. Suor seco. Coração acalma devagar. Algo mudou para sempre. Fogo vira brasa eterna.



Post Comment