Confissão Picante: Sexo Selvagem nas Gorges da Narbada

Casal abraçado

A tenda no topo das gorges. Noite de 16 de setembro. Ar quente e úmido gruda na pele. Karina e eu, sozinhos perto do terceiro contraforte. Inspecionamos o barragem. Tudo sólido. Perfeito. Mas o perigo lateja no ar. Meu coração acelera. Olhos dela me queimam. Bracelete no pulso dela brilha à luz fraca. Ofereci em Praslin. Lembro o cheiro dela. Frutado. Enlouquecedor. Ela ri baixo. Voz rouca. ‘Vem.’ Puxa minha mão. Descemos um pouco. Leito seco do rio. Areia áspera sob os pés. Lua ilumina as rochas. Sinto o pulso dela disparar no meu toque. Pele quente. Suor já brota na nuca. Olhos travados. Respiração curta. Mãos tremem. Desejo sobe como febre. Vermelho no peito. Urgência de possuir. Rasgo a camisa dela. Botões voam. Seios livres. Mamilos duros. Arrepio no ar noturno. Ela geme. Unhas cravam meu braço. Calor dela me engole. Coração martela. Perto do abismo. Perigo multiplica tudo. Boca na dela. Línguas famintas. Sal do suor. Mordo o lábio. Ela arqueia. ‘Agora.’ Perdemos o controle.

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Corpos colidem na areia. Selvageria pura. Rasgo as calças dela. Pernas abrem. Úmida. Quente. Enterro os dedos. Ela grita. Quadris sobem. Meu pau lateja. Duro como pedra. Ela agarra. Guia pra dentro. Empurro forte. Profundo. Carne rasga carne. Suor escorre. Gritos ecoam nas gorges. Ritmo animal. Bato sem piedade. Ela crava unhas nas costas. Sangue quente. ‘Mais!’ Pele bate pele. Úmido. Escorregadio. Viro ela. De quatro. Areia gruda nos joelhos. Puxo cabelo. Lobo. Possuo. Ela treme. Orgasmo explode. Aperta. Milagres. Eu gozo. Jatos quentes. Dentro. Fora. Corpo colapsa. Respiração ofegante. Coração explode no peito. Cada músculo dói. Sensação multiplicada. Braseiro apaga devagar.

A Febre

Corpos entrelaçados na areia fria agora. Pele ainda queima. Suor seca lento. Bracelete sumiu. Ela não nota. Olhos dela nos meus. Sorriso saciado. Dedos traçam meu peito. Batida cardíaca acalma. Mas ecoa o prazer único. Devorador. Perigoso. Abracei ela forte. Cheiro dela me invade. Frutado. Meu. Valle ainda quieta. Barragem lá embaixo. Silenciosa. Mas vivi isso. Total. Sem razão. Cinzas quentes sob a pele. Promessa de mais. Karina mia baixo. Dormimos ali. Sob as estrelas. Marcados pra sempre.

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