Confissão Picante: A Viúva que me Engoliu Inteiro

A terrace escaldante. Sol de junho queima a pele. Mathilde senta nos meus joelhos. Olhos famintos. Corpo mole, quente, colado ao meu. Coração martela no peito. Dela, o cheiro de desejo antigo. Mãos trêmulas tocam minha nuca. Boca úmida devora a minha. Língua invade, urgente. Pele arde onde se encosta. Virilha endurece contra sua coxa macia. Respiração ofegante. ‘Viens…’, sussurra. Pernas fraquejam. Subimos escadas rangentes. Roupas voam. Seios pesados balançam livres. Pele leitosa brilha de suor. Meu pau pulsa, lateja. Ela ajoelha. Boca quente engole tudo. Língua gira voraz. Sucção profunda. Coração explode no peito. Mãos apertam sua nuca ruiva. Gemidos ecoam. Quase gozo ali. Ela para. Empurra-me na cama. Enfia-se em mim. Quadris giram selvagens. Chatte molhada aperta forte. Unhas cravam nas costas. ‘Fode-me!’, grita rouca. Ritmo acelera. Suor pinga. Corações batem juntos, furiosos. Perco o controle. Tudo vermelho, febril.

Quarto abafado no sótão. Ela cavalga como fúria. Seios moles batem no meu rosto. Chupo mamilos duros. Mordisco suave. Grita mais alto. Viro-a de costas. Pernas abertas. Enterro fundo. Pau desliza em mel quente. Clitóris inchado sob dedos. Esfregão sem piedade. Corpo treme. Fêmea no cio. Levanto-a. Mesa da cozinha range. Cu dela na minha cara. Lambo tudo. Língua fura o cu apertado. Ela urra. Vira-se. Abre coxas largas. Enfio brutal. Mesinha desloca. Placares batem. Seios dançam loucos. Levrette feroz. Fustigo fúteis carnudas. Palmas ecoam. Gozo explode dentro. Ela convulsiona comigo. Jatos quentes misturam. Corpo colapsa. Mas ela quer mais. Mão no pau mole. Revive-o. Seios envolvem. Astica devagar. Saliva escorre. Dedo no cu meu. Prostate massageada. Derrick ergue. Ela rasteja. ‘Encule-me!’. Cuspo no buraco. Empurro devagar. Anel cede. Quente, apertado. Ela empala sozinha. Bolas apertadas por mão dela. Dedos no clitó. Gozo final, violento. Desabo exausto.

A Febre

Cinzas quentes na pele. Corpos nus na cozinha. Citronnade gelada desce pela garganta. Pernas tremem como gelatina. Olhos dela brilham saciados. Toque suave na minha coxa. Coração desacelera devagar. Suor seca frio. Culpa rasteja no peito. Mas prazer ecoa, único, devorador. Subo pegar roupas. Ela segue, nua, rebolando. Quase outra vez. Mas fujo. Carro ronca na estrada. Pele ainda queima. Memória de carne fresca. Hubert sussurra no vento? Impulsos vencem razão. Quarta-feira chama. Fraqueza carnal. Vida dupla pulsa. Único, intenso. Vivo.

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