Confissão Picante: Espionando Vizinhos e Fodendo Selvagem no Gîte

De volta ao quarto do gîte, ainda fervendo de raiva. Pierre tenta acalmar. ‘Karine, ela não me atraía.’ Bobagem. Ele babou nos peitos siliconados dela. Sento na cama, pernas cruzadas. Coração martela. Pele arde. De repente, sons da varanda ao lado. Claques secos. Gemidos abafados. ‘Estão fodendo’, sussurra ele. Curiosidade queima. Aproximo-me da janela. Baía envidraçada entreaberta. Luz acesa. Paméla de quatro. M. Musculoso atrás. Pau minúsculo. Riso sobe. Peitos dela balançam, ela os segura. Ele claques nas nádegas. Vermelhas. ‘Mais forte!’, implora ela. Meu pulso acelera. Calor sobe da barriga. Olho Pierre. Ele endurece. Mão minha desliza pro volume dele. ‘Excita-te?’, pergunta. ‘Tu estás encharcada’, responde, dedo na minha calcinha. Sim. Buceta lateja. Pele em brasa. Urgência devora. ‘Fode-me como ele a ela. Mas sem porrada.’ Ele ri. Baixa meu slip. Ar fresco na cona depilada. Sensível. Úmida. Coração galopa. Tudo vermelho. Desejo consome.

Pierre me vira. De quatro, como cadela. Janela aberta. Vê-los. Ele segura minhas ancas. Caralho grosso pressiona entrada. Entra devagar. Estica. Preenche. Gemo baixo. Olhos fixos neles. M. Musculoso troca pau por dedos. Três de golpe. Paméla urra. Claque ecoa. ‘Truie!’, grita ele. Ela goza longe. Pierre acelera. Puxa cabelos. Cambrar mais. Piee bate fundo. Útero pulsa. Suor escorre. Pele gruda. Ritmo infernal. Igual ao deles. Dedos dele apertam carne. Buceta aperta caralho. Selvagem. Sem filtro. Cada estocada multiplica prazer. Vê-los me incendeia. Ela implora quatro dedos. Ele obedece. Claques chovem. Gemidos altos. Meu clítoris incha. Pierre lambe pescoço. Mordida leve. ‘Salope’, sussurra imitando. Rio. Gozo sobe. Irresistível. Mordo bolsa pra calar grito. Ondas explodem. Buceta contrai. Ele continua. Furioso. Mais fundo. Suor pinga. Corações sincronizados. Pele em fogo. Possessão total. Gozo duplo. Ele inunda. Jatos quentes. Preenchem. Transborda coxas. Perco controle. Mundo gira.

A Febre

Corpos colapsam. Abraçados no chão. Pele ainda queima. Suor seca lento. Respiração ofegante acalma. Olho janela. Vizinhos exaustos. Ela sorri satisfeita. Ele sai. Nós rimos baixo. ‘Loucura’, sussurra Pierre. Beijo molhado. Coração desacelera. Buceta formiga. Sperma escorre. Sensação única. Perigosa. Viva. Noite nos engole. Cinzas quentes. Prazer devorado.

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