Confissão Picante: O Fogo Proibido na Loja de Abdul
A loja de Abdul cheirava a mil seco e farinha fresca. O sol do meio-dia filtrava pelas frestas da porta de madeira. Meu coração batia forte. Ele me olhava com aqueles olhos famintos. Dois pacotes de biscoitos na prateleira. A barganha. Meu pagne subiu devagar. A pele ardia. O ar quente colava no corpo. Suor escorria entre os seios. Ele sussurrou promessas. Inofensivo. Virgindade intacta. Eu tremia. Desejo subia como febre. Mãos dele nas minhas coxas. Quente. Úmido. Meu ventre pulsava. Urgência. Tudo vermelho. Perdi o fôlego. Queria. Agora.
Deitei no saco de mil. Rápido. Firme. Ele atrás. Seu sexo duro roçava. Encontrou o caminho. Dor aguda. Gritei. Ele segurou. Imóvel. Esperei. Corpo relaxou. Ele moveu. Lento. Profundo. Enchia tudo. Meu ritmo acelerou. Coração na garganta. Suor pingava. Festas batiam. Pele em chamas. Mais forte. Eu empurrava. Instinto. Selvagem. Gemidos escapavam. Farinha voava. Cada estocada multiplicava. Prazer cru. Ondas no ventre. Ele grunhia. Perto. Eu também. Explosão. Calor dentro. Corpo convulsionou.
A Febre
Ele saiu. Esperma escorria. Farinha grudava na pele negra. Arabesques brancas. Rimos baixo. Mãos dele limpavam. Lentas. Seios. Ventre. Fesses. Toque terno. Arrepios. Pele ainda queimava. Coração desacelerava. Pausa. Olhos nos olhos. Segredo nosso. Vesti o pagne. Pernas moles. Biscoitos na mão. Saí. Ar fresco da brousse. Mas o fogo interno ardia. Único. Devorador. Perigoso. Voltei por mais.



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