Confissão Picante: A Noite Devoradora com Tilya no Bar Proibido

O bar Libertad cheirava a cigarro velho e cerveja derramada. Luzes mortas. Corpos avacalhados no balcão. Tilya me arrastou para o canto escuro. Seu perfume doce me acertou como soco. Coração disparado. Pele dela roçando a minha. Quente. Úmida. Eu a prenso contra a parede. Boca na dela. Língua faminta. Mãos subindo pelas coxas. Ela geme baixo. Unhas cravando meu ombro. ‘Lysak…’, sussurra. Meu pau endurece instantâneo. Pressiono contra ela. Sinto o calor entre suas pernas. Respiração ofegante. Mundo some. Só nós. Suor escorrendo. Coração martelando no peito. Ela ri safada. Dedos no meu cinto. Desabotoa rápido. Eu arranco o jeans dela. Pele macia. Coxas firmes. Toquei o sexo dela. Molhado. Escaldante. Dedos escorregam dentro. Ela arqueia. Geme alto. ‘Mais…’, implora. Eu obedeço. Dois dedos. Ritmo feroz. Coração explode. Veias pulsando. Quero devorá-la inteira. Ela me empurra na banqueta rasgada. Monta em mim. Seios livres. Pesados. Rosados. Chupo um. Mordo. Ela grita prazer. Mão dela no meu pau. Aperta. Guia pra dentro dela. Lentinho. Quase morro.

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