Confissão Picante: A Noite Devoradora com Isabelle no Quarto Escuro
O parking do Conforama está vazio. Noite de inverno, frio cortante. Isabelle ao meu lado no carro. Silêncio pesado. Olhos claros dela fixos no nada. Pego na mão dela. Treme. Mas deixa. Dedos quentes entrelaçados. Coração acelera. ‘Podes entrar dez minutos’, diz ela. Voz baixa, como rendição. Dirijo até à casa dela. Grande, triste. Como ela.
Sofá do séjour. Mãos unidas de novo. Olha para elas. Eu examino-a. Corpo banal. Ombros largos. Seios pequenos. Mas algo queima. Aproximo-me. Ombro dela sob minha palma. Lábios tocam. Suaves. Inesperados. Beijo no pescoço. Abraço. Ela não recua. Nariz dela no meu couro cabeludo. Calor sobe. Línguas dançam. Ágeis. Molhadas. Cinco minutos. Excitação cresce. Peito dela sob dedos. ‘Não’, sussurra. Doce. Quase arrependida.
A Febre
‘Podes ficar a noite. Mas nada mais.’ Minto. Digo que só tendresse. Beijamos mais. Dedo meu na boca dela. Chupa devagar. Vertigem. Calças apertam. Botões abrem. Chemises voam. Seios pequenos. Mamelões duros. ‘Vem para a cama.’ Puxa-me. Coração galopa.
Quarto impecável. Penumbra. Descalços. Nu até à cintura. Beijos de lado. Enluvinha camisa. Toque leve. Pele arde. Desapertilho sutiã. Luz apaga. Seios livres. Pequenos. Sensíveis. Boca no mamilo. ‘Sim. Simmm.’ Voz rouca. Culote dela cai. ‘Não vamos fazer amor.’ Mas mãos dela no meu slip. Baixa-o. Nus. Sexo roça ventre dela. Pelos pubianos picam. Delícia.
Ela agarra-me. ‘Quero-te fazer prazer.’ Recuso. Beijo seios. Língua nos mamilos. ‘Oh sim.’ Desço. Umbigo. ‘Não.’ Pressiona-me para cima. De lado. Costas dela no meu peito. Raia das nádegas no meu pau. Erguido. Frotam. Subem. Descem. Umidade no glande. Penetro leve. ‘Não.’ Geme. Vira-se. Beijo feroz.
O Braseiro
De repente. Deita-se de costas. Puxa-me. Coxas abrem. Joelhos sobem. ‘Vem agora. Quero-te.’ Coração explode. Glans na vulva. Escorregadia. Entro devagar. ‘Oh sim…’ Apertada. Quente. Nova.
Coxas minhas sob nádegas dela. Penetro fundo. Ritmo lento. Acelera. Gemidos raros. Guio-me por eles. Bacia bate em carne farta. Ploc-ploc. Suor escorre. Olhos fechados nela. Boca aberta. Concentração. Acelero. Mais fundo. Mais forte. Ela arqueia. Unhas cravam. ‘Mais.’ Coração troveja. Pele colada. Calor devora.
Orgasmos dela há anos? Não importa. Vou buscá-lo. Ritmo selvagem. Ela treme. ‘Sim! Ai!’ Corpo convulsiona. Aperta-me. Gozo dentro. Explosão. Vazio. Pleno.
Corpos colados. Respiração ofegante. Suor seca devagar. Pele ainda queima. Olhos dela abrem. Sorriso tímido. Abraço. Silêncio. Algo único. Inesperado. De manhã, sei: eclipse total. Raro. Eterno.



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