Confissão Picante: Meu Escravo Lucius, Flor de Prazer na Roma Decadente
O sol nasce no jardim da minha villa. Nua, sinto o vento roçar minha pele. Rosas úmidas lambem meus pés. Vesícula cheia, prazer lateja. Dedos na mata escura, clitóris incha. Orgasmo explode, seios erguidos ao astro rei. Sonho com o perfeito: macho e fêmea num só. Cloche soa. Porta abre. Lá está ele: Lucius, ébano de luz, nu, acorrentado em ouro. Olhos azuis devoram-me. Corpo frágil, pênis semi-duro. Meu. Corro para ele. Pele quente contra a minha. Coração galopa. Ele treme. Eu o lavo, unjo com óleos. Ensino línguas na vulva. Boca dele na minha carne. Lambidas precisas. Proibo roupas, punho. Ereção eterna, anel dourado prende. Dança nua, suor brilha. Catia baba, eu expulso a vadia. Maquio-o: lábios roxos, unhas coloridas. Pubis liso como seda. No circo, salta à arena. Lions ronronam sob sua graça. Império aplaude. Heliogabale cobiça. Mãos imperiais no seu sexo. Recuso oferta. Deusas salvam. Noite cai. Câmaras cheiram a incenso. Ele acorrentado à cama. Olhos imploram. Meu sangue ferve. Despojo-me devagar. Véus caem. Seios saltam livres. Triângulo úmido pulsa. Aproximo. Respiração dele ofega. Meu coração ruge como leões domados.
Boca na sua glande púrpura. Língua gira no freio. Ele arqueia. Suor escorre. Dedos no saco enrugado. Chupo fundo. Ele explode. Sêmen grosso, salgado-doce inunda minha garganta. Engulo voraz. Gotas no queixo, seios. Lamba-as. Ele geme, olhos celestes flamejam. Agora, correia de couro. Godémiche de marfim, óleo perfumado. Ele empina nádegas. Roseta rosada pisca. Dedo saliva lubrifica. Entro devagar. Prostate massageada. Seu pênis jorra pré-gozo. Pé no seu membro. Dedos dos pés brincam. Ele goza nos meus pés brancos. Lambe cada gota, olhos vidrados. Boca na boca. Línguas dançam selvagens. Meu clítoris no seu. Fricciona. Vulva aberta, ele lambe. Dedos meus na sua roseta. Ritmo acelera. Coração martela peitos. Suor une peles. Gozo berra no ventre. Ele dentro de mim? Não ainda. Só prazer puro. Unhas cravam costas. Mordidas no pescoço. Ele mia como gata no cio. Pênis roça minha entrada. Não entro. Controlo. Ele implora. Eu rio, sádica. Mais um gozo dele na minha boca. Lava vulcânica. Corpo convulsa. Noite inteira assim. Orgia de toques. Sem penetração final. Ainda.
A Febre
Calor amaina. Pele arde em brasas. Abraçados, suores secam. Coração desacelera, mas pulsa forte. Olhos nos olhos. Amor além de correntes. Ele lambe meu sangue menstrual, Graal sagrado. Eu bebo seu néctar diário. Servas invejam. Bacanais o compartilho, mas só após mim. Intrigas tramam. Jalosas crucificadas. Ele suplica graça. Eu cedo. Beleza vence ódio. Livre um dia, mas meu para sempre. Ilha dos Bem-Aventurados nos espera. No jardim ao amanhecer, nu novamente. Mão no cabelo castanho. Vento acaricia. Vesícula cheia. Dedos na carne dele. Orgasmo compartilhado. Roma fede luxúria. Nós, deuses privados. Pele ainda queima. Único. Eterno.



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