Confissão Picante: A Febre que Nos Devorou na Cama às 14h30

São 14h30 no quarto escuro do hotel. Luz fraca filtra pelas cortinas. Deito-me ao lado dele, à direita. Puxo-o com força. Cabeça cai no meu ombro. Respiração pesada, quase sono. Mas olhos abertos. Digo baixinho: podes, se quiseres ainda. Ele cala-me com um beijo. Lábios quentes colam nos meus. Línguas dançam devagar. Mão nos seus cabelos. Dedos afundam na nuca macia. Ele treme. Beija minha bochecha. Desce ao pescoço. Mordisca o lóbulo da orelha. Arrepios sobem pela espinha. Coração martela no peito. Pele arde. Suor brota na testa. Olho para ele. Frédéric. Pequeno. Jovem. Olhos francos como no bar. Aquela mão gentil que secou minhas lágrimas. Agora, ela vagueia pelo meu corpo. Grande. 125 quilos de carne trémula. Ele não recua. Pelo contrário. Aperta minha coxa. Sinto o calor dele contra mim. Respiração acelera. Batidas ecoam nos ouvidos. Desejo sobe. Vermelho. Tudo vermelho. Mãos minhas descem pelas costas dele. Unhas cravam leve. Ele geme no meu ouvido. Corpo pressiona o meu. Sinto a rigidez crescer. Urgência aperta o ventre. Não aguento mais. Viro-o debaixo de mim. Pesada. Dominante. Ele ri baixo. Olhos brilhando. Beijo voraz. Chupo sua boca. Língua invade. Saliva mistura. Corações galopam juntos. Pele gruda suada. Calor devora. Quero-o agora. Total. Perigoso.

Corpo dele sob o meu. Selvagem. Sem filtros. Rasgo a camisa dele. Botões voam. Peito liso exposto. Lambo o suor salgado. Ele arqueia. Mãos minhas descem à calça. Abro o zíper. Puxo para baixo. Membro salta duro. Veias pulsantes. Engulo com a mão. Aperto forte. Ele grunhe. Dor e prazer. Montei nele. Saia sobe. Calcinha rasgada de lado. Desço devagar. Cabeça dele entra. Estica-me. Lento. Doloroso. Delicioso. Até o fundo. Preencho-me. Começo a mexer. Quadris batem. Ritmo feroce. Suor pinga. Pele bate na pele. Clap. Clap. Mais forte. Ele agarra minhas nádegas. Grandes. Carnosas. Aperta. Guia. Eu cavalgo. Selvagem. Gritos escapam. “Mais!” Ele obedece. Empurra de baixo. Profundo. Martela o ponto certo. Tremores sobem. Ventre contrai. Unhas cravadas no peito dele. Riscas vermelhas. Ele vira. Rápido. Eu debaixo agora. Pernas abertas. Ele entra brutal. Bombeia. Rápido. Sem piedade. Cabelos colam na testa. Olhos nos olhos. Suor escorre. Mistura. Gemo alto. Ele tapa minha boca. Beijo. Morde lábio. Sangue leve. Sabor metálico. Acelera. Sinto vir. Explosão. Corpo convulsa. Ele segue. Jatos quentes dentro. Preenche. Colapso juntos. Respiração rasgada. Pele pegajosa.

A Febre

Calma desce lenta. Corpos grudados. Suor seca frio. Pele ainda queima. Toque leve. Dedos traçam curvas. Coração desacelera. Batidas suaves agora. Olho para ele. Sorriso cansado. Beijo suave na testa. Braços envolvem. Protegem. Sinto-me viva. Marcada. Única. Ele sussurra no ouvido. Palavras doces. Como no primeiro abraço. À porta do meu apartamento. Amizade virou isso. Fogo. Perigo. Amor? Não sei. Mas foi total. Devorador. Levanto a cabeça. Beijo lento. Lábios inchados. Resto de desejo. Ele acaricia meu cabelo. Nuca. Como eu fiz antes. Silêncio confortável. Luz do quarto muda. Tarde avança. Ninguém machucado. Só nós. Queimados. Satisfeitos. Algo eterno nasceu aqui. Na cama. No suor. No controlo perdido.

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