Confissão Picante: A Noite Devoradora com Lola

Na casa de Lola, só nós duas. Quarto da colocatária, cheiro de tecidos e fantasias. Comemos gelados, vimos filme porcaria na RTL9. Freiras safadas, palafreneiro tarado. Calor sobe. Corações batem forte. Olhos se cruzam. Desejo vermelho. Vestimo-nos. Eu, secretária dura: vestido preto, salto, chignon, batom fúcsia. Ela, estrela diva: robe branco prateado, crina selvagem, boa de plumas, maquilhagem tosca. Espelho reflete fome. ‘Olá, Doutora, exame anual’, diz ela, mão estendida. Eu aceito. Taburete. Tosse. Mão nas costas. Pele macia. Deslizo. Bretele cai. Seio pequeno, ponta dura. ‘Tosse mais, enquanto belisco o mamilo.’ Torso colado. Língua no pescoço. Orelha mordida. Segunda mão. Pinço forte. Gemido escapa. ‘Para a cadeira!’ Ela resiste. Eu agarro. Foulards prendem braços. Olhos vendados. Selvagem domada. Corpo nu, só sapatos prateados. Linda. Feroz. Minha.

Plumas no ombro. Frisson. Caressas leves: braços, rosto, lábios. Chatice no pé. Riso nervoso. ‘Ri, Lola.’ Duas plumas nos gémeos. Coxas abrem. Molhada. Mãos minhas: subo devagar. Boca no seio. Chupo. Mordisco. Unhas cravam. Selvagem sou eu. Alterno peitos. Mãos na borda proibida. Calor explode. Glaçons do Coca. Um no mamilo esquerdo. Direito. Umbigo. Lábios lambem gelo. Dedo substitui. Submissa agora. Colar de pérolas gelado. Pernas abertas. Vista no sexo brilhante. Dedos afastam lábios. Pérola entra. Segunda. Terceira. Aspira. Gemidos crescem. Beijos nas coxas. Língua no clitóris. Puxo colar. Perle por perle. Língua furiosa. Espasmos. Grita. Goza. Venci.

A Febre

Soltas, mole no chão. Pó. Abraços ternos na cama. Eu ardo ainda. Ela sobe. Coxa pressiona meu sexo. Ritmo acelera. Pressão forte. Um minuto. Gozo. Duas bonecas quebradas. Dormimos entrelaçadas. Amanhã, amigas normais. Nada aconteceu. Lola. Duas sílabas que queimam. Revelou meus fetiches loucos. Memória eterna.

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