Confissão Picante: Duas Picas no Comboio e o Regresso Ardente
Estou no compartimento do comboio. Volta para casa. Quinze dias sem ti, sem as tuas mãos, sem o teu sexo. Duro. O corpo arde. Cumpro a promessa: robe curta sexy, nada por baixo, saltos altos. Sento-me sozinha. Penso em ti. Primeiro apeadeiro: dois gajos na casa dos vinte entram. Sentam-se frente a frente. Falam de férias acabadas. Ignoro-os. Mergulho no livro.
Silêncio cai. Levanto os olhos. O da frente fita as minhas coxas. Insistente. Com fome? A robe sobe ao mexer-me. Em vez de baixar, enterro o nariz no livro. Mexo mais. Ela sobe. Abro as coxas devagar. Calor invade o baixo-ventre. Moujo já. Excitação pura.
A Febre
O amigo faz sinal. Levanta-se. Vem sentar mesmo à minha frente. Sei que me devoram. Leio ainda. Abro mais as pernas. Milímetros só. Eles vislumbram o meu sexo molhado, clitóris inchado. Sem cuecas. Não viro página há minutos. Penso só nas picas deles. Duras, apertadas nas calças.
Um põe mãos nos meus joelhos. Escancara as coxas. Sacam as picas. Punhetam juntos. Não basta. Falam ao ouvido. Hesitam. Ajudo: desabotoo o topo da robe. Seios à mostra até aos mamilos. Espero. O sexo pinga. Dor de tanto querer.
Levanto-me. Chupo a primeira. Como contigo: lambo o glande. Golpezinho de língua. Engulo fundo. Mão na nuca dele. Dá ritmo. Gorda, excitada. Corre na boca. Empurra-me antes de gozar. Vai para o amigo. Mais curta, mais grossa. Corre também. Sem preliminares: saca seios, amassa duro. Cabeça com duas mãos. Fode-me a boca.
O outro atrás. Penetra forte. A cona abre-se. Gemo. ‘Boa salopezinha, tão boa.’ Gozo logo. Ele lambe. O da boca sai, rijo, húmido. Sussurra: quer o cu. Erguem-me. Inclinam contra banco. Esfrega na cona. Aponta ao cu. Grosso. Força. Dói. Tento fugir. Quatro mãos firmes. Força mais. Dor e prazer misturam. Cu abre num grito. Golpes fortes. ‘Mais forte!’, diz o outro. Mantém-me. Escancaram-me. Dedos na cona, suaves. Contraste brutal. Gozo outra vez. Pantelante.
Sorriso orgulhoso. ‘Inverte-se.’ Não resisto. Queria brincar, tornei-me brinquedo. Duas picas dentro. Enchem-me. Um belisca mamilos. Sensações fundem. Chegam ao limite. Desencasto. Caem. Lambe-me cu e cona. Línguas doces após fúria. Cu e cona doem. Penso em ti.
O Braseiro
Puxam-me. Beijam. Acariciam suave, punhetam furioso. Porra jorra. Engulo uma. A outra na cona. Limpo com lenços. No lixo. Quem esvaziar cheirará sexo? Senta-mo-nos. Silêncio. Olhamos paisagem. Evitamos olhares.
Descem em A. Um dá papel: número. ‘A salope do comboio.’ ‘Obrigado, até breve.’ Não respondo. Irrita-me agora. Uma hora para ti. O que digo? Sempre sem tabus. Fantasias partilhadas. Silêncio trai. Contar faz-te cúmplice.
Chego a N. Vês-me no cais. Sorriso. Abraças. Mão discreta: nada por baixo. Sorri mais. ‘Boules de geisha no comboio?’ ‘Não. Explico na carro.’ Ansioso. Vamos rápido. Senta-te. ‘Conta.’ ‘Arranca primeiro.’ Rodamos. Surpresa. ‘História?’ Detalhes: posições, gozos. ‘Gostaste? Bom?’ SIM. Prazer intenso.
Na autoestrada, abres calças. Bandas duro. Pinga. Inclino-me à boca. Saís. Caminho quieto. Estacionas. Puxas-me. Inclinas sobre carro. Fantasia tua. Abro coxas. Entras fundo. Cona aberta. Gozo antes. ‘Chupa.’ Joelho. Engulo fundo. Gozas na língua. Tiro cedo. Pinga mais. Chupo tudo.
Levantamos. Satisfeitos. Beijo terno. Terceiro obrigado hoje. Resto não importa. Amo-te.



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