Botas de Couro Sem Calcinha: A Confissão que Acendeu o Fogo
Sábado à tarde. Sol primaveril. Loja de sapatos cheira a couro novo. Entramos. Hélène treme no braço. Saia preta justa. Sem calcinha. Meu coração martela. Puxo-a pela porta. Vendedora loira surge. Trinta e poucos. Curvas suaves. Olhos doces. Lábios carnudos. ‘Boa tarde. Procuram botas?’ Hélène balbucia. ‘Negras. Para esta roupa. Tamanho 38.’ Vendedora sorri. Pega caixas. ‘Sentem-se.’ Hélène senta. Pernas cerradas. Eu de frente. Descalça. Vendedora ajoelha. Primeira bota. Mãos sobem devagar. Pernas tensas. ‘Relaxe, senhora.’ Eu piscar. ‘Ela sabe o que faz.’ Vendedora separa joelhos. Devagar. Descobre. Olha pra mim. Surpresa. Eu sorrio. Ela continua. Couro abraça a perna. Calor sobe. Coração de Hélène acelera. Eu vejo. Pele cora. Vendedora sussurra. ‘Sou mulher como você. Não tema.’ Segunda bota. Mais fácil. Mãos tocam joelho. Deslizam. Sob a saia. Hélène fecha olhos. Respiração ofegante. Dedos roçam lábios íntimos. Umidade. Ela geme baixo. Vendedora hume mãos. Discreta. Olhos de Hélène vidrados. Corpo treme. Febre toma conta. Meu pau endurece. Quero rasgar tudo.
Mãos voltam. Mais fundo. Dedos entram. Hélène arqueia. Suor perla testa. Vendedora lambe dedos. Molhados. Oferece pra mim. Eu chupo. Sabor salgado. Doce. ‘Ela adora as botas.’ Hélène abre olhos. Sonhadora. ‘Experimente a outra.’ Pernas escancaradas agora. Lábios inchados. Toison aparada. Vendedora enfia botas novas. Mãos audazes. Penetram. Ritmo. Hélène goza. Silêncio quebrado por suspiro. Corpo convulsa. Eu me aproximo. ‘Suas mãos são mágicas.’ Beijo vendedora. Lábios quentes. Ruge. ‘Volte.’ Beijo Hélène. ‘Não é sonho. Paguei. Vamos.’ Botas nos pés. Saímos. Ar fresco queima pele ardente.
A Febre
Casa. Pernas tremem. Botas ainda. Apéritif com amigos amanhã. Christiane e Bernard sorriem. Contamos. Detalhes crus. Suor. Gozo. Olhares cúmplices. Noite sensual. Corpo de Hélène queima. Meu também. Cinzas quentes. Algo novo nasce. Perigoso. Devorador. Botas no armário. Promessa de mais. Coração ainda acelerado. Pele marca o toque. Único. Irreversível.



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