Confissão Picante: A Massagem que Incendiou Minha Noite de Sexo Selvagem

Empurrei a porta do salão. Luz baixa. Coração acelerado. Risos atrás da porta. Ela surge. De costas. Top descendo. Galbe do seio. Pum. Calor sobe. Sou Sébastien, 30 anos, casado com Amélie. Mas ali, desejo puro. Ela se vira. Peitos livres sob o top. Meu pau endurece. Na sala, tiro tudo. Nu. De bruços. Serviette nas nádegas. Óleo quente nos molletes. Mãos macias. Deslizam. Subindo. Pernas. Coxas. Arrepios. Viro-me. Olhos dela piscam no meu corpo. Pernas erguidas. Serviette sobe. Ela vê tudo. Meu pau semi-duro. Risinhos. Dedos roçam testículos. Fogo. Ventre dela exposto. Top aberto. Mamilo quase. Grão de beleza. Ereção total. Saio zonzo. Pau latejando. No carro. Noite escura. Mão no volume. Acelero. Chego em casa. Chave treme.

Amélie: ‘Como foi?’ Mão no rabo dela. Aperto. Desço na calça. Raia do cu. Molhada. Boca na boca. Viro-a. Contra a mesa. Pau duro contra nádegas. Ela sente. Mãos atrás. Cinto solto. Calça cai. Nu. Pull dela fora. Soutien-gorge. Calça em coxas. Culote baixo. Olhos famintos. Gota no pré. Entro devagar. Chatte úmida. Apertada. Posição trava. Beijo no pescoço. Mão na boceta. Dedos em lábios. Ritmo acelera. Pele suada. Corações disparados. Couilles batem. Pau chapinha. ‘Fode-me!’ Gritos. Palmas na boceta. Gozo explode. Ela treme. Eu dentro. Queda na mesa. Hurlamos.

A Febre

Pele arde ainda. Respiração pesada. Vamos à cama. Ela, seios nus, calça baixa: ‘Vai sempre ao massagem?’ Sorrio. Corpo exausto. Prazer total. Perigoso. Devorador. Cinzas quentes. Memória viva. Pau sensível. Ela deita. Abraço. Noite incendiada. Amanhã, talvez outro fogo.

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