Confissão Picante: Minha Primeira Orgia em um Salon Privado
O ar do grande salão cheirava a luxo e segredos. Apartamento chique, sofás de couro macio, champagne borbulhando nos copos. Eu, Chris, 19 anos, robe curta preta colada à pele, lingerie minúscula roçando os mamilos duros. Coração martelando. Quatro garotas como eu, seis homens de 40 a 50, ternos impecáveis, olhares que devoram. Conversa educada no início. Risos falsos. Mãos quentes roçando braços. Meu vizinho, grisalho, elegante, inclina-se. Voz rouca: ‘Quer ganhar mais? Só um pouco de vontade.’ Eu engulo seco. Dinheiro aperta. ‘Sem penetração’, digo. Ele sorri. Levanto. Dedos trêmulos baixam o slip. Robe sobe devagar. Xoxota quase raspada à mostra. Ele ofega. Olhos em brasa.
Mesa baixa limpa. Deito. Pernas abertas. Ar fresco na pele exposta. Dedo no clitóris. Molhada já. ‘Objetos ok?’, pergunta. Antes de pensar, cigarro grosso entra na xoxota. Frio, grosso, preenchendo. Corpo treme. Excitação sobe como fogo. Outro homem chega. Tesoura corta robe e sutiã. Peitos volumosos pulam livres. Chantilly gelado nos bicos. Língua chupando voraz. Mamilos latejam. Coração explode no peito. Baixo, champagne vazio invade. Gelado queimando dentro. Godendo devagar. Ritmo acelera. Pele suada gruda no couro.
A Febre
Sem chantilly, ele reclama: ‘Nosso prazer, e o teu?’ Calça abre. Pau modesto na cara. ‘Mais cem por uma chupada.’ Boca abre. Gosto salgado no glande. Engasgo fundo. Ele ri. Borracha quente agora na xoxota. A quatro patas. Moqueta áspera nos joelhos. ‘Deixa entrar, ganha muito.’ Olho ao redor. Garotas gemendo iguais. Aceito. Pau grosso na xoxota. Outra na boca. Duplo ritmo. Corpo balança. Suor pinga. Gozo na garganta. Engulo amargo. Pernas moles.
Outro nas costas. ‘Mais grana, deixa.’ Dedo lubrificado no cu virgem. Círculos. Dor aguda. Pau fino entra. Grito rasga. Mamilos e clitó torcidos. Dor vira prazer. Ele goza rápido. Fogo no rabo. Corpo pantelante. Vergonha queima, mas tesão vence.
O Braseiro
Seis homens. Inesgotáveis. Um por vez. Boca, xoxota, cu. Evito dupla penetração. Medo aperta estômago. Cada pau único. Ritmos selvagens. Gozo em todo lado. Pele marcada, suor e sêmen misturados. Coração ainda disparado. Noite devora horas.
Corpo exausto afunda no sofá. Pele arde como brasa. Respiração ofegante acalma. Vergonha volta devagar. Dinheiro no bolso pesa. Sensação única: vivi o abismo. Três anos assim. Até o amor jaloso. Marido prude lê isso agora. Talvez reacenda fogo. Ou me rejeite. Valeu cada gota de suor.



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