A Cúspide Ardente no Labirinto dos Espelhos

O labirinto de espelhos pulsa. Vidros sem tain, ecos de gemidos. Corpos se entrechocam em salas ocultas. Eu avanço, djellaba aberta, pau rígido roçando o tecido. Ar quente, cheiro de sexo. De repente, reconheço aquela cúpula perfeita. Fartas nádegas tremendo após Clitocybe gozar nelas. Meu coração dispara. Danièle. Aqui. Na galeria proibida de Clitteraire.

Ela explode em fúria. Avança no ex, Clitteraire, o editor impostor. Palavras cortam como chicotes. “Minable, com tua bitinha torcida!” Ele se encolhe, nu, exposto. A asiática foge. Danièle agarra um gode monstruoso. Ajoelha no atleta, pau dele entre as nádegas. Posiciona o brinquedo na boceta. Olhos selvagens. Pronta para se destruir.

A Febre

Meu sangue ferve. Saio das sombras. Arranco o inferno das mãos dela. Abraço-a forte. Pele fria contra o meu fogo. Ela chora, se entrega. Seios firmes nos meus dedos. Ombros sob meus lábios. Coração dela martela no meu peito. Todos param. Olhares famintos. Paus endurecem. Vulvas incham. A febre nos consome.

Ela deita no chão frio. Pernas abertas. Eu monto. Pau na entrada úmida. Um empurrão. Dentro. Quente. Apertado. Ela agarra meus rins. “Lento. Sente cada centímetro.” Eu obedeço. Saio devagar. Volto fundo. Ritmo acelera. Corações sincronizados. Suor escorre. Pele gruda. Seios roçam meu peito. Mamilos duros como pedras.

O Braseiro

Fúria vira fome. Ela crava unhas nas minhas costas. “Mais fundo, Olaf. Transperce-me.” Pau incha dentro dela. Parede vaginal pulsa. Eu bombio. Selvagem. Sem piedade. Gemidos ecoam nos espelhos. Centenas de nós fodendo. Ela range: “Olha, ex. Ele me faz gozar de verdade.” Clitteraire foge, derrotado.

Urgência explode. Vulva dela contrai. “Agora!” Eu me entrego. Pau treme. Jatos quentes inundam. Ela tetaniza. Grito primal. Orgasmos em cadeia. Gritos ao redor. Mulheres imploram por porra. Homens explodem. Línguas lambem. Dedos penetram. O labirinto treme de gozo coletivo.

Corpos relaxam. Pele ainda arde. Suor seca lento. Danièle sorri no meu pescoço. Coração desacelera. Abraçados no chão pegajoso. Olhares dos outros, invejosos. Ela sussurra: “Só contigo é real.” Levantamos. Saímos do caos. Noite nossa. Cinzas quentes prometem mais fogo.

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