Confissão: A Força das Palavras na Minha Cona
Estava affalado no sofá da minha sala escura. Noite chuvosa lá fora. Ela no fauteuil, pernas cruzadas no jeans apertado. Copos de vinho pela frente. Falávamos de palavras. ‘Verga ou pila?’, perguntei. Coração já acelerado. Ela ria, negava. Mas eu via o molde da cona dela no tecido. ‘A tua calça molda-te a cona’, soltei. Olhos dela arregalaram. Baixou o olhar. Pele a arder. ‘E isso agrada-te?’, murmurou. ‘Sim, caralho.’ Levantei-me o desejo. Ela ergueu-se furiosa. Desabotoou o jeans. Baixou tudo. Culote transparente. Sutiã de renda preta. Pubis rebentado. Poios a despontar. Coração trovejando. Mão na braguette minha. Ereção a pulsar. Ela ondulou. Tecido a entrar na fenda. Lábios desenhados. Glande meu a brilhar por cima da calça. ‘Bando, não é ereção’, disse eu. Desabotoei. Pila dura na mão. Ela recuou. ‘Só olha. Masturba-te.’ Mão dela no pubis. Dedos a esfregar. Eu agarrei a pila. Comecei devagar. Olhos nos dela. Respiração ofegante. Calor subia. Pele suada. Imaginação em chamas. ‘Quero ver a tua cona.’ Ela enfiou o culote todo. Fenda exposta. Molhada. Ecartou coxas. Mostrou tudo. Dedos dentro. Gemia baixo. Eu acelerava. Veias na pila saltadas. Glande roxo. Urgência a possuir. Ela gemia: ‘Vês a minha vulva?’ ‘Cona, di-lo assim.’ Beijo veio. Línguas selvagens. Mãos em todo o lado. Dedos no cu dela. Cona encharcada. ‘Enfia-me a pila’, suplicou. Seios nos meus dentes. Escalaram-me. Sentou-se na pila. Um só golpe. Quente. Apertada. Movimentos lentos. Depois ferozes. Sucção alta. Foutre a escorrer coxas. ‘Vou gozar!’ Gritou. Corpo tremeu. Eu segurei. Mais queria. Virei-a de barriga. Língua no cu. No cona. Lambi tudo. Ela arqueou. ‘Encula-me.’ Glande no ânus. Entrada lenta. Metade. Toda. Gemidos ecoavam. Bombeava forte. Cabelos puxados. ‘Goza dentro!’ Explosão veio. Jatos quentes. Gritos mistos. Corpos colados.
Corpos suados. Ela deitada. Pele ainda quente. Respiração pesada. Toquei-lhe o rosto. Beijo suave. Cinzas do fogo. Sorriso cúmplice. ‘Palavras têm força’, sussurrei. Ela riu baixo. Coração acalmava. Mas o cheiro ficava. Suor, foutre. Único. Devorador. Perigoso. Nunca mais igual.



Post Comment