Confissão Picante: Nua no Cinema, Devorada pelo Desejo Proibido

Tempo de merda lá fora. Ruas cinzentas, frio que gela os ossos. Férias de Páscoa no meu estúdio apertado. Aborrecida, folheio revistas sem ânimo. Corpo mole, mas a mente ferve de desejos sujos. Decido sair. Última sessão no cinema. Sozinha. Cabelo desgrenhado, gilet de lã, saia de veludo, anorak grosso. No fundo da sala enorme, quase vazia. Escolho o canto escuro, contra a parede. Pubs rolam. Olho em volta. Pouca gente. Casais à frente. À direita, longe, um tipo maduro, uns quarenta. Affalado. Os da minha idade são moles. Este parece diferente.

Filme começa. Calor infernal. Desabotoo o gilet. Peitos ofegam. Sustento-garganta preto de renda. Tiro-o rápido. Seios livres sob o gilet. Coração bate forte. Olho o tipo. Ele suspira. Abro o gilet. Seios pesados na penumbra. Toquei-os. Pele arde. Dedos descem. Saia apertada atrapalha. Desabotoo. Deslizo-a pelos joelhos. Pernas nuas. Culote molhado. Tiro tudo. Nua no veludo gasto. Pernas afastadas. Dedos no clitóris. Molhada, escorrendo. Ele vira a cabeça. Vê. Eu sei.

A Febre

Gilet escorrega. Ombros nus. Ele olha fixo. Respiração curta. Nua total. Pele em chamas. Coração martela. Ele se levanta. Para. Volta. Senta ao lado. Olhos devoram meus seios, coxas, triângulo escuro. ‘Incrível’, sussurra. ‘Chut!’, mando. Silêncio pesado. Mão no braço dele. Desço. Sinto o volume. Zip desce. Piroca grossa na mão. Branlo devagar. Textura firme. Bolas cheias. Ele geme baixo. Inclino-me. Boca no pré-púcio. Chupo fundo. Língua rodopia. Ele toca minhas nádegas. Dedos na cona encharcada. Dois dentro. Depois no cu. Levanto o rabo. Quatro patas no assento.

O Braseiro

Beijos molhados. Línguas famintas. Sento no colo dele, de costas. Rabo esmaga bolas. Ele me ergue. Entra devagar. Enche-me. Mãos nos peitos. Mamilos duros. Mexo os quadris. Faixa range. Paramos. Olhos na sala. ‘Não pares’, sussurro. Levanto. Ele lambe minha cona. Língua no mel. ‘Vem…’, peço. Ele de pé. Piroca nua. Me fode em pé. Fundo. Silêncio roto só por nós. Filme explode em barulho. Aproveitamos. Ele acelera. Puxa cabelo. Dedo na boca. Mordo forte. Bate selvagem. Vou explodir.

Ele goza dentro. Jatos quentes. Eu tremo. Orgasmo rasga. Seco espasmos na mão dele. Corpo mole. Dez minutos. Luzes acendem. Visto rápido. Saio primeiro. Aceno. Rua fria, chuva. Sorrio. Vou mandar esta história para editores eróticos. Ele no metro. Editor famoso. Ri do acaso. Vida imita ficção.

Post Comment

You May Have Missed