Confissão Picante: A Soubrette que Se Entregou na Piscina e à Mesa

Saímos da piscina. Deixo Charlotte sair primeiro. Gotas escorrem pelo seu corpo nu. Viro-me para ela. A toison loira brilha ao sol. Atraente. Irresistível. Deitamos nos transats. Ela relaxa. Mais solta agora. Vira-se para mim. Estende a mão. Olhos brilhantes. ‘Quero-vos…’ Cortei-a. ‘Não. Acaricia-te, Charlotte. Quero ver-te dar prazer.’ Corou. Baixou o olhar. Mão no entrejambe. ‘Devagar. Toma tempo.’ Dedos na toison fina. Loira. Reveladora. ‘Toca-te. És linda. Acaricia os seios também.’ Não hesita. Mão esquerda no peito. Aperta o mamilo. Endurece rápido. Aperta mais. ‘Bom. Continua.’ ‘Sim…’ ‘Sim, quem?’ ‘Sim, senhora.’ Dirijo-a. Delicioso. Resisto ao toque em mim. Mas molho-me. Muito. Ela massageia os seios. Olha-me. Titila as pontas. ‘Mais forte.’ Aperta. Respiração acelera. Mão direita no triângulo dourado. Pernas abertas. ‘Não. Continua nos seios.’ ‘Hmmm.’ ‘Bom?’ ‘Sim, senhora. Quero tocar… em baixo.’ ‘Tocar o quê, Charlotte?’ ‘A minha cona, senhora.’ ‘Masturbavas-te muito?’ ‘Não muito. A tia vigiava. Nunca… tão bom.’ ‘Estás molhada?’ ‘Sim, por favor.’ ‘Acaricia os seios forte.’ Aperta. Puxa para cima. Mamilos vermelhos. Inchados. ‘Dói?’ ‘Sim, senhora. Mas bom.’ Molho-me mais. Quero foder. Mas dou-lhe o orgasmo. Meu. Pernas tremem. Frotam-se. Geme. ‘Queres masturbar-te, putinha?’ ‘Sim, senhora.’ ‘Vai.’ Dedos mergulham na cona ensopada. Furiosa. Corpo tenso. Sento-me. Vejo tudo. ‘Usa as pontas. Toca o clitóris.’ Obedece. Uma mão no peito. Outra dentro. ‘Lambe os dedos. Prova a tua tesão de cadela.’ Lambe. Geme. Mais forte. Desordenada. ‘Grita o prazer.’ ‘Sim! Toco-me, senhora! Touco-me!’ Lambe outra vez. Furiosa. ‘Diz o que és.’ ‘Masturbo-me! A vossa puta masturba-se!’ ‘Mais!’ ‘A cadela fode-se! Couro por vós! Porra!’ Lágrimas. Corpo arqueado. ‘Goza, cadela.’ ‘GOZO!’ Grita. Esmaga a mão entre coxas. Definhada. Peito arfa. Boca aberta. Engole ar. Pego nos dedos melados. Levo à boca dela. Lambemos juntos. Salgado. Enlouquecedor. Beijo profundo. ‘Agora, limonada. Depois, comes-me a cona.’ Corre.

Ajoelhada entre pernas. Lambe. Chá quente. Impaciente. ‘Lamba bem. Mais alto. Mais baixo. Humm. Boa cadela. Aos seios agora.’ ‘Sim, tudo o que quiser, senhora.’ Dirijo a língua. Focas agitam. ‘Morde o mamilo. Boa puta.’ Axel surge. ‘Chegaste, amor. Continua, Charlotte. Lambe fundo.’ Falo do dia dele. Como se nada. Ele sorri. Observa. ‘Lamba bem, chérie?’ ‘Delicioso.’ ‘Fazê-la gozar.’ Grotes. ‘Já a fiz gozar duas vezes. Masturbei-a. Ela se masturbou.’ ‘Lindo.’ ‘A tesão dela é divina. Deve estar encharcada.’ Dedos dele na cona dela. Ela empina. ‘Quente. Delicada.’ Lambe dedos. Dá-me. Chupo. ‘Lamba-a bem.’ Grotes. Subo. ‘Come o clitóris! Vai!’ Aperto mão dele. Gozo gritando. ‘Boa, Charlotte.’ ‘Obrigada. Senhora tão sensível. Adoro o gosto.’ ‘Queres gozar, amor?’ ‘Depois. Cansado.’ Vê Charlotte suada. Cara molhada de mim. ‘Esta quer mais.’ ‘Dá-lhe os dedos antes da ducha.’ Ri. ‘Para te agradar.’ ‘Charlotte, deita-te. Ergue o cu.’ De bruços. Empina. ‘Ecarte as nádegas.’ Faz. Axel acaricia. Coxas. Franze a cona. Penetra dedo. Lento. Taquine pubis. Geme. Olha-me. Sorriso vicioso. ‘Aprova.’ ‘Já molhada.’ Três dedos na cona. Dedo no cu. Lento. Entra. Geme contínuo. Dupla penetração. ‘Ducha.’ Ela reclama. Eu: ‘Prepara jantar.’ Frustrada. Mamilos duros. Cona inchada. Levo-a à água.

A Febre

Jantar. Traje evoluiu. Corset meia-taça. Tablier mínimo. Seios à mostra. Cu e toison ao virar. Serva. Vira-se extra. Excita. Melão porto. Carícias disfarçadas. Coxas. Toison. Mamilo. Clitóris. Dedo na cona. ‘Para de tremer ao servir.’ Jogo acelera. Beijo dele via ela. Meu dedo na boca dela. Para ele. Língua dele na cona dela. Minha via língua dela. Plaquo rosto na cona. Beijo-a. Suc meu no marido. Carícias. Ao limite. ‘Busca sobremesa.’ Boca no pau dele. Hesitante. Chupa. Ele goza. Semença na boca. Dá-me. Beijo. Dedos nela. Goza gritando. Tragos brancos nos lábios. ‘Ao lit, vilã.’ Pele arde ainda. Corações batem forte. Único. Nosso.

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