Confissão Picante: O Triângulo Ardente com Mayumi e Roland

O quarto do hotel mergulha na penumbra. Bato à porta, coração martelando. Mayumi abre devagar. Escuridão. ‘Entra, fecha.’ Voz dela, suave, provocante. Avanço, olhos adaptando. Ela surge na luz fraca do abajur. Kimono curto, entreaberto. Seios pequenos, sexo à mostra. Na mão, uma vara de madeira. ‘Calma-te, ou uso isto.’ Raiva ferve. ‘Por que Roland aqui? Traidora!’ Ela ri. Explica: ele bêbado, dormiu ao lado, nada mais. Mas contou-lhe tudo. Nosso sexo. Minha boceta lambida por ela. Ele furioso, mas duro. Proposta dela: chupá-lo. Comigo. Meu sangue acelera. Pele arde. Avanço, unhas prontas. Ela desvia, kimono cai. Corpo nu, perfeito. Mão sob minha saia. Dedos no meu mel. ‘Estás encharcada.’ Lambe-os. Puxa-me pelos cabelos ao leito. Deita-se, pernas ao alto. Vulva inchada, jatos doces. Mergulho. Língua faminta. Dedos invadem ânus, boceta. Ela urra, coxas apertam meu rosto. Goza forte, néctar grosso na boca. Raiva vira fogo. Ela me vira. ‘Ajoelha-te, vadia.’ Saia erguida. Calvações nas nádegas. Culote descido. Boca dela devora. Língua fode. Dedos rasgam. Gozo três vezes, urros no travesseiro. Corpo treme, suor pinga.

Casa minha. Roland chega. Jeans, descontraído. Eu, robe justa, nua por baixo. Seios saltam, bunda implora. Mesa posta para três. ‘Surpresa?’ Ele nota. Deceção. Puxo Mayumi da alcova. Ela em quimono seda, pele nua. Beijo-a voraz. Línguas dançam. Mãos em bundas, tetas. Empurro-a à mesa. Deito-a. Saio o tecido. Pernas erguidas. Sexo exposto, luzidio. Ajoelho. Lambo voraz. Dedos brincam no cu. Ela geme. Roland atrás, acaricia meu cabelo. ‘Faz gozar.’ Ela arqueia. Goza, sucos na cara. Levanto. Mayumi ajoelha. Desnuda-o. Piro duro, pré-gozo. Chupo fundo. Ela lambe bolas, pau. Beijos com pau entre. Ele treme. Goza. Porra quente, dividimos. Línguas misturam salgado. Sento no rosto dela. Língua fode. Dedos no cu. Roland pinça tetas. Gozo gritando.

A Febre

Repouso. Álcool, jantar. Conversas quentes. Mãos sob mesa. Beijos. Quarto grande. Lit marcam ritmo. Lambem-me toda. Chupam, fodem cu, boceta. Dedos duplos. Urros, lágrimas. Gozos múltiplos. Dor vira prazer. Acordo com línguas: uma na boceta, outra em tetas. Mais gozos. Fim de semana: sofá, chuveiro, mesa. Gozo sob sobremesa, língua dela escondida. Domingo, cinzas. Lit fedor a sexo, sêmen, suor. Abraçados. Magia única. Ela parte. Roland volta rotina. Eu, Bertrand às vezes. Novembro: jantar. Caixa. Colar. ‘Casa comigo?’ Lágrimas. ‘Sim.’ Pele ainda queima. Prazer eterno gravado.

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