Confissão Picante no Sentiero dos Perdidos: Desejo Devorador a Distância

O sentier dos perdus. Domingo. Onze horas e trinta. Chego cedo. Coração martelando no peito. Suor frio na nuca. Olhos varrendo a trilha vazia. Floresta densa. Silêncio opressivo. Meu pau já duro só de imaginar. Nicole. Aquela voz no telefone. ‘Venha atrás do break cinza.’ Engulo seco. Motor ronca baixo. Sigo a bifurcação à esquerda. Bancada à vista. Viro para a clareira. Lá está. Sombra do choupo. Carro station wagon cinzento. Paro ao lado. Ninguém visível. Telefone toca. ‘Estou atrás. Deitada. Portas trancadas. Ordene. Eu obedeço.’ Voz rouca. Sensual. Saio. Vou à traseira. Vidro embaçado. Ela lá. Cobertor estendido. Assentos rebaixados. Tailleur cinza colado ao corpo. Sem blusa. Soutien preto insinuando. Saltos vertiginosos. Pernas infinitas. Fenda na saia revelando meias. Jarretelles. Sem calcinha. Cabelos castanhos longos. Olhar felino. ‘Sublime’, digo. Voz grave. ‘Tire a perna pela fenda. Acaricie do tornozelo à coxa.’ Ela sorri. Tímida. Safada. Deita de lado. Desliza a perna devagar. Molhado de tesão. Unha vermelha brinca na tira do salto. Sobe. Desce. Molhado. Tornozelo perfeito. Panturrilha firme. Coxa carnuda. Até o elástico da liga. Olhos meus flamejando. Respiração pesada. Pau latejando na calça.

Desabotoa o tailleur. Lento. Lascívo. Dedo entre botões. Acaricia seios. Mamas cheias. Mamilos duros sob o renda preta. Tailleur cai. Pele nua. Ventre plano. Eu abro a braguilha. Pau salta. Duro. Veias pulsando. Punheta lenta. Ela manda: ‘Cole na vidraça.’ Obedeço. Ela lambe. Língua no vidro. Contra meu glande. Quente. Molhada. Imagino o gosto. Salgado. Doce. Gemidos abafados. Saia desabotoada. Cai. Pernas escarranchadas. Triângulo de pelos curtos. Fenda rosada. Úmida. Brilha. Dedo separa lábios. Clitóris inchado. Enfia. Geme alto. Eu acelero. Punheta furiosa. Olhos grudados. Ela se contorce. Dedos voando. Mais um dentro. Suculento.

A Febre

Corpo todo em brasa. Coração explode. Ela goza primeiro. Espasmos violentos. Grito primal. Corpo arqueado. Líquido escorrendo coxa. Eu sorrio. Vitorioso. Mas ela quer mais. Quatro patas. Cu empinado na vidraça. Redondo. Apertado. Dedo lubrificado entra. Vai e vem. Devagar. Fundo. Gemidos guturais. Meu pau incha mais. Bato forte. Sementes fervem. Explodo. Jatos grossos no vidro. Râle animal. Ela vira. Lambe o esperma imaginário. Olhos famintos. ‘Agora?’, pergunto ofegante. ‘Cada um pra casa.’ Clique. Silêncio. Pele ainda crepita. Coração desacelera devagar. Entro no carro. Olho pra trás. Ela some na sombra. Estrada de volta. Tesão residual queima. Algo único. Perigoso. Devorador. Nunca mais o mesmo.

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