Confissão Picante: Noite Devoradora no Quarto de Sandra
O quarto dela cheira a desejo. Luzes dos abajures tremeluzem. Ela me empurra pro sofá. Dedo na boca. ‘Fica aí, amor. Eu preparo tudo.’ Corpo dela ondula. Tira a blusa devagar. Olhar de fogo. Chupa o dedo. Passa na pele nua. Calça escorrega. Só a calcinha fica. Mancha úmida grita fome. Pele arde. Coração bate forte no peito. Ela vem. Puxa minha camisa. Beijos quentes no torso. Mãos ávidas. ‘Sua pele é deliciosa. Quero lamber tudo.’ Ajudo. Calças voam. Ela para na cueca. ‘Espera. Quero brincar.’ Libera meu pau duro. Olha faminta. ‘Linda. Me dá água na boca.’ Puxa pra cama. Senta. Rosto na altura. ‘Quero te chupar?’ ‘Sim, fode minha boca.’ Engole devagar. Olhos nos meus. Desafio puro. Língua no topo. Desce. Mão na base. Acelera. Dedos na boca dela. Depois no meu cu. Dois de uma vez. Corpo treme. Excitação explode. ‘Para. Quero te comer também.’ Ela recua. Pernas abertas. ‘Vem lamber minha buceta.’ Rasgo a calcinha. Pelo castanho úmido. Beijo coxas. Dedos abrem lábios. Língua mergulha. Sucção no clitóris. Ela urra. Corpo arqueia. Orgasmo vem rápido. Dedos dentro. Crosta no clit. Ondas de prazer. Gritos ecoam. ‘Para! Tô morrendo de tesão.’
Corpo colado. Preservativo no pau. Esfrego no clit dela. Geme alto. ‘Enfia logo!’ Entro devagar. Quente. Molhada. Aperta forte. Pubis batem. Ritmo acelera. Ela crava unhas nas costas. ‘Mais fundo!’ Pilono forte. Pernas dela sobem. Orgasmo a rasga. Volta. Quer mais. Fico colado. Froto o clit. Ela explode de novo. Gritos rasgam o ar. Pele suada gruda. Coração martela. Ela me vira. Monta. Boca no pau. ‘Tô toda em você.’ Senta. Desce lento. Geme rouco. Movimenta quadris. Mãos no peito. Dor doce. Acelera. Levanta e desce. Pau some na buceta dela. Dedo no clit. Ela goza gritando. Eu guio as nádegas. Ritmo feroce. Prazer sobe. Explodo dentro. Jatos quentes. Gritos guturais. Corpo treme.
A Febre
Ela cai em beijos moles. Pescoço suado. Peito ofegante. ‘Foi divino. Quero dormir assim. Nosso gozo na pele.’ Sem banho. Couve no corpo. Puxo a coberta. Cabeça no ombro dela. Corações desaceleram. Pele ainda queima. Respiração sincroniza. Sono vem pesado. Amanhã? Quem sabe. Essa noite foi eterna. Única. Selvagem.



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