Confissão Picante: A Lingerie que Despertou Minha Fera Interior
A cabine exígua da loja de lingerie fede a desejo contido. Ar quente, espelhos por todo lado. Eu, Pierre-Georges, nu como um verme, coração martelando no peito. Julien, o vendedor de olhos famintos, ajoelhado. Sua boca roça meu pau semi-duro. Pele em brasa. Respiração curta, ofegante. Ele puxa meu jeans para baixo. Mãos ágeis. Meu pau salta, latejante. Oito meses sem vida, agora pulsa. Calor sobe pela espinha. Olho o espelho: culotte de Hélène ainda na memória, mas agora é real. Ele beija o gland. Choque elétrico. Coração explode. Mãos nos cabelos dele, loiros como os meus. Desejo vermelho, urgência de possuir. Ele segura minhas bolas, massageia. Língua gira. Eu gemo baixo. Pele arrepia, suor escorre pelas costas. Não resisto. Empurro na boca dele. Quente, molhada. Ritmo acelera. Coração na garganta. Tudo gira vermelho.
Selvageria pura. Boca dele engole tudo. Sem dentes, só sucção voraz. Eu fodo sua garganta como se fosse o cona de Hélène. Mais intenso. Ele geme vibrando no meu pau. Mãos apertam minhas nádegas, dedo roçando o cu. Fogo no cu. Eu explodo na cara dele. Jato grosso, quente. Ele limpa com lenço, mas eu já endureço de novo. Agora minha vez. Ele fica de pé, calça rosa esticada. Puxo para baixo. Pau grosso, gland vermelho inchado. Cheiro masculino. Mãos trêmulas tocam. Epiderme quente, veias pulsando. Ajoelho. Lábios no gland. Salgado, vivo. Chupo devagar. Língua força o méat. Ele grita. Bolas pesadas na palma. Engulo até a garganta. Ele fode minha boca. Ritmo animal. Suor pinga. Meu pau vaza pré-gozo na lingerie nova. String corta o cu, excita mais. Ele goza forte, eu engulo metade, o resto na mão. Explosão dupla. Corpos colados, quentes, escorregadios. Possessão total, sem filtros.
A Febre
Calma desce lenta. Pele ainda queima, coração desacelera aos poucos. Lingeries no corpo: wonderbra empurrando peitos de algodão, bas tensionados, porte-jarretelles mordendo a carne. Espelho mostra uma fêmea safada. Julien sorri, veste-se. Eu visto a mim mesmo, mas sou outro. Quatro gozadas num dia. Vida renasce. Pago, paquetes na mão. Promessa sussurrada: volto amanhã. Saio cantando Brassens, pau semi-duro roçando a calça. Cinzas quentes no peito. Algo único vivido. Perigoso, devorador. Plenitude.



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