Confissões Picantes: A Orgia das Críticas Proibidas
O quarto de hotel cheirava a lençóis úmidos e cigarro proibido. Luz fraca do laptop ilumina o rosto de Léna. Ela ri baixo, lendo a compilação de Gufti. Críticas nuas, sarcásticas. ‘Aller-retour’, diz ela, voz rouca. Dedos dela roçam minha coxa. Coração martela. Pele arde. As palavras pulsam: assiette creuse, conchyliculture fedendo a moules e esperma. Meu pau endurece. Ela vira pra mim. Olhos famintos. ‘Godbach diria calembour’, sussurra. Mãos dela apertam. Respiração acelera. Quero devorar. Tudo vermelho. Urgência sobe. Suor escorre nuca. Ela lambe lábios. Niko na tela: ‘Égarement, quem fode quem?’ Rio nervoso. Corpo dela pressiona. Seios firmes contra meu peito. Coração explode. Desejo consome. Pernas tremem. Ela arranca camisa. Unhas cravam. Calor invade. ‘Léna, porra’, gemo. Ela sorri selvagem. Febre total. Nada segura.
Corpos colidem. Chão frio contra costas nuas. Ela monta. Molhada, escorregadia. Entra fundo. Ritmo brutal. Suor pinga. Pele queima. ‘Assiette piquant’, ela grita, unhas nas costas. Bombeio forte. Corações sincronizam. Gemidos ecoam. Moules suintam, cheiro de sexo cru. Godbach na mente: ‘Fast-food sem rideaux’. Rio e fodo mais. Ela rebola. Mãos nos quadris. Aperto. Dor prazerosa. Viramos. Eu por cima. Pernas dela abrem. Profundo. Selvagem. ‘Orgasme!’, urra. Corpo treme. Suor mistura. Lamba pescoço salgado. Dedos no cu dela. Ela arqueia. Ritmo acelera. Coração galopa. Nada filtra. Carne contra carne. ‘Conchyliculture’, rosno. Ela goza primeiro. Contrações apertam. Eu explodo. Calor inunda. Sem parar. Viramos de novo. Boca no pau. Chupa voraz. ‘Pipelettes aos 20’, ri entre lambidas. Eu puxo cabelo. Fodo boca. Garganta profunda. Lágrimas de prazer. Ela engole. Mais. Corpo exausto mas faminto. Rolamos. Dedos nela. Molhada ainda. Gozo de novo. Selvageria pura. Sensações multiplicam. Dor, êxtase. Perco controle.
A Febre
Corpos parados. Pele pegajosa de suor e fluidos. Respiração ofegante acalma. Coração desacelera. Ela deita no peito. Dedos traçam linhas preguiçosas. Quarto gira devagar. Cinzas quentes. Sinto pulsar residual. Olhos dela brilham. ‘As cinzas queimam ainda’, murmura. Beijo lento. Lábios inchados. Cheiro de nós. Único. Perigoso. Revivo cada crítica na mente. Léna, Niko, Godbach – fantasmas eróticos. Corpo dela aquece o meu. Preguiça sensual. Pernas entrelaçadas. Suor seca frio. Sorriso satisfeito. Vivemos intensidade bruta. Nada igual. Paz carnal. Quero mais amanhã. Perda total de controle. Valeu cada batida.



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