Confissão Picante: Iniciei Chloé no Prazer Devorador
No apartamento escuro de Chloé, ar pesado de tensão. Clémence some pela porta, batendo forte. Só nós dois. Olhos dela, tristes e famintos. Corpo atlético, loiro, peitos firmes sob a blusa. Sento perto. Cheiro dela invade. Coração martela no peito. ‘Tutoie-me’, digo rouco. Ela obedece. Lábios tremem. Beijo surge devagar. Dentes batem. Corrijo com língua experta. Ela aprende rápido. Corpo cola no meu. Mãos minhas nos seios inchados. Desabotoo camisa. Ombros nus. Sustento-garganta solto. Pele quente queima dedos. Ela desabotoa minha camisa. Pelos do peito a excitam. Mãos atrás, no pescoço. Eu desço. Cinto dela abre. Jeans escorrega. Pernas musculosas. Cheiro úmido sob a calcinha. Ela hesita na minha calça. ‘Tira tudo’, ordeno. Zíper range. Pau duro trava o jeans. Ela arregala olhos. Tamanho assusta. Eu a deito na moquette fofa. Mãos roçam tetas. Dedos na virilha. Culotte molhada. Ela agarra meu pau pelo slip. Eu arranco a dela. Toisa pubiana exposta. Fresca. Aperto coxas dela. Ela cede. Desejo explode vermelho. Sangue ferve.
Pele suada gruda. Posiciono tête-bêche. Boca no con dela. Cheiro doce. Língua raspa lábios. Suculento. Dedo entra apertado. Ela geme baixo. ‘Mais alto’, pede. Encontro clitóris minúsculo. Chupo. Ela suga meu pau. Boca inexperta engole gland. Língua gira. Mão branla tronco grosso. Eu lambo fundo. Dois dedos forçam entrada virgem recente. Ela treme. ‘Ah, come-me’, implora. Pau lateja na garganta dela. Ela engasga mas continua. Suor pinga. Coração galopa. Viro. Pau na fenda molhada. Esfrego sem entrar. Ela guia. ‘Agora, fode-me’. Preservativo. Ela coloca trêmula. Eu deito. Ela monta. Olhos nos meus. Desce devagar. Dor inicial. ‘Ai’. Depois, engole tudo. ‘Eu me fodi sozinha’. Seios balançam. Eu aperto. Chupo bicos duros. Ela sobe e desce. Ritmo lento vira selvagem. Con aperta pau. Umidade inunda. Ela grita. Orgasmo a rasga. Corpo convulsa. Lágrimas. ‘Jurei!’. Eu seguro. Ela cavalga mais. Chega meu gozo. Jatos quentes. Ela goza de novo. ‘Sou mulher agora’. Selvageria pura. Unhas cravam. Gemidos ecoam. Posse total.
A Febre
Corpos colapsam. Pele ainda arde. Suor esfria devagar. Abraço fraterno. ‘Homens não são brutes’. Ela ri. ‘Obrigada, agora ensino Pascal’. Visto lento. Beijo testa. Saio. Clémence espiou tudo. Silhueta no corredor. Sorrio. Mais tarde, Aline. Porta abre. Ela pula no meu pescoço. ‘Por que demorou?’. Quarto dela. Roupas voam. Seios pesados enchem mãos. Chupo mamilos. Ela mama pau. Entra em mim. Foda longa. Conhece cada ritmo. Gozamos juntos. ‘Sempre bom contigo’. Depois, confissão dela. Pierre. Abençoo. Acordo só. Sem adeus. Telefone: Chloé. ‘Quando mais?’. ‘Adeus, viva’. Clémence ri. ‘Eu vi, revisei lições com ela’. Imagino elas. Coração acalma. Pele marca memórias. Vida segue. Impulsos saciados. Por ora.



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