Confissão Proibida: A Sogra na Minha Cama na Caçada Selvagem
Quarto escuro no gîte, enfiado na floresta da Sologne. Roncos dos amigos ecoam pelo corredor. Entro sem acender luz. Paulette dorme pesado, respiração funda. Tiro o shorty, fico só de t-shirt. Deito ao lado dela, corpo tenso. Sono não vem. Meia hora rolando.
Meio da noite. Acordo grogue. Viro instintivo. Colo nas nádegas dela. Enormes, quentes, macias. Erro brutal. Petrifico. Coração martela no peito. Ela dorme alheia. Meu pau incha rápido, indecente. Pressiona a calcinha fina de algodão, encaixa na racha funda.
A Febre
Podia virar. Parar. Mas febre sobe. Pele arde. Mão pousa no topo da coxa dela. Carnuda, quente. Ela mexe leve. ‘Hmmm, Roger…’, murmura no sono. Choque elétrico. Ela acha que é o marido. Excitação detona. Mão sobe e desce a coxa. Pressiono mais forte com o pau duro, pulsando.
Ela vira de costas. Braços abertos. Mão mergulha sob o top fino. Seio gigante enche a palma. Amasso devagar. Mamilo endurece sob os dedos. Levanto o tecido. Língua lambe o bico. Cresce na boca. Chupo. Mordilho. Vai e vem entre os dois. Tétines grossas, como biberão. Suo gulosamente. Coração galopa. Fantasia antiga vira real.
Mão dela agarra meu pau inchado. Râle gutural. Branquinha ritmada, acelera. Peito dela todo exposto agora. Devoro sem parar.
A Febre consome tudo vermelho.
Mão desce pelo flanco. Bas-ventre peludo. Dedo na fenda. Úmida já. Mais fundo, mel escorre. Ela arranca a calcinha. Deita de costas. Coxas escancaradas. Oferece total. Branquinha furiosa. Gestos mandam: vem.
Beijo guloso. Línguas se enroscam. Ela guia o pau latejante à entrada. Glândula força. Apertada pra caralho, apesar da corpulência. Mouille ajuda. Entro centímetro a centímetro. Pubis bate na toison espessa. Quente. Estreito. Úmido. Paraíso.
O Braseiro
Vaivéns lentos. Respiração dela acelera. Beijos profundos. Saliva na boca, mel no pau. Mãos dela nas minhas nádegas. Puxa. Acelero. Litania ritmada. Cama range baixo. Roncos e crepitar da lareira abafam.
Gemidos dela crescem. Enduro. Prolongo. Picos rápidos a fazem uivar baixo. Volto normal. Suor pinga. Pele colada. Urgência de possuir.
O Braseiro explode selvagem.
Redressiono. Apoio nos braços. Ritmo infernal. Gritos abafados na boca dela. Mãos nas nádegas gordas. Ela sabe: final. Cadência brutal. Cama protesta alto. Uivos na minha boca. Boutoir violento. Sinto vir. Explodo. Jatos quentes inundam fundo. Mão na boca dela. Ela goza tremendo, abafada. Gozo eterno, indizível. Vidro total.
Desabo exausto. Dormimos massa colada.
Manhã. Ela sumiu. Café com a turma. Sento ao lado. Piscadela. ‘Sonhei que era o jogo esta noite.’ Rio baixo. ‘Eu o caçador, tirei grosso prazer.’ Olhares cúmplices. Mais caçadas vieram. Sempre atirei nela, com gozo igual. Fora da floresta também.
Cinzas quentes ainda queimam na pele. Único. Proibido. Meu.



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