Confissão Picante: O 69 Selvagem no Palace com Marianne
A suíte do palace cheira a champagne e luxo. A porta mal fecha e Marianne se joga em mim. Boca faminta na minha. Línguas se enroscam. Mãos urgentes. As dela na minha braguette. As minhas sob a saia dela. Tecido fino cede. Dedos roçam a renda úmida. Coração bate forte no peito. Pele arde. Elevador ainda ecoa na memória. Olhares no espelho. Promessas mudas. Agora, no chão acarpetado. Roupa voa. Calças no canto. Sutiã cai. Seios perfeitos saltam livres. Mamas nem grandes nem pequenas. Ideais para morder. Ela ri. Empurra-me ao tapete. ‘Não aguento o litro.’ Pernas ao lado da minha cabeça. Desce devagar. Intimidade paira sobre o rosto. Cheiro almiscarado invade. Cabelos roçam coxas. Meu pau pulsa. Endurece mais. Ela sopra. Frio quente. Arrepio sobe pela espinha.
Boca dela engole. Vácuo perfeito. Língua gira no topo. Sução ritmada. Eu abro as coxas dela. Grandes lábios separam. Clitóris inchado brilha. Molhado. Úmido de desejo. Língua ataca. Lambe devagar. Sabor salgado doce. Ela geme na minha carne. Vibração acelera tudo. Dedos entram. Um no buraco apertado. Outro massageia em volta. Ela chupa mais fundo. Garganta aperta. Bolas contra queixo. Coração galopa. Suor escorre. Pele cola na dela. Seios esmagam meu ventre. Pesados. Quentes. Movimentos sincronizam. Selvageria pura. Ela cavalga o rosto. Eu fodo a boca. Ritmo acelera. Perco controle. Ela treme. Coxas apertam orelhas. Língua furiosa no clitóris. Dedos bombeiam. Cyprine inunda. Engulo. Ela grita abafado. Meu pau explode primeiro. Jatos quentes na garganta. Ela engole. Não para. Sução milagrosa. Eu contra-ataco. Dentes roçam clitóris. Dedos curvam no ponto G. Corpo dela convulsiona. Orgasmo a rasga. Líquido jorra. Molha barba. Rosto. Tapete.
A Febre
Corpos colapsam. Ela desaba sobre mim. Boca ainda no pau murcho. Meu nariz no meio das pernas. Cheiro de sexo paira. Corações batem juntos. Ritmo desacelera. Suor esfria. Pele gruda. Pegajosa. Única. Ela vira. Beijo lento. Sabor nosso misturado. Salgado. Doce. Intenso. Mãos traçam curvas. Sem pressa. Olhos se encontram. Sorriso cúmplice. ‘Foi total.’ Levanto devagar. Pernas tremem. Ela ri. Fraca. Abraço no chão. Luxo ao redor. Mas nada importa. Só o eco do prazer. Cinzas quentes. Pele ainda queima. Marcada. Vivemos o proibido. Devorador. Perigoso. Perfeito.



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