Visio com a Chefe: A Boca Voraz da Minha Mulher debaixo da Mesa

Sala de jantar. Luz da manhã filtra pelas cortinas. Eu em cueca, webcam pronta. Chefe online em minutos. Coração já bate forte. Danielle entra. ‘Em cueca pra visio?’ Ri. Saio. Mas ela volta. Silenciosa. Atrás do pc. Levanta a blusa. Peitos balançam. Pesados, moles. Mamilos duros. Oscila de um lado pro outro. Meu pau pulsa na cueca. Calor sobe. Pele arde. Continuo falando com Hélène. Números, gráficos. Voz firme, mas por dentro, febre. Ela sai rindo. Pouco depois, volta. Olha o ecrã. Vai pra porta. Levanta a saia. Cu nu. Redondo, perfeito. Ondula o rabo. Abre as nádegas. Pêssego rosado, buraco escuro. Meu coração explode. Pau duro como ferro. Suor na testa. Hélène chama: ‘Alô?’ ‘Desculpa, luz fraca.’ Ela ri baixo. Sai. Meu corpo queima. Urgência. Quero possuir. Mas aguento. Visio continua. Tabelas. Elogios raros dela. Imagem dela treme. Não sei porquê. Coração martela. Pele eletrificada. Espera o fogo maior.

Debaixo da mesa. Boca quente. Ela ajoelha. Puxa cueca. Engole meu pau. Língua gira. Sucção forte. Dentes leves. Eu falo. ‘Setores iguais, mas queda no trimestre.’ Cérebro divide. Palavras saem mecânicas. Ela chupa voraz. Saliva escorre. Bolas apertam. Tento empurrar cabeça. Ela resiste. Mão no cabelo. Puxo suave. Prazer devora. Coração galopa. Suor pinga. Pele em chamas. Hélène resume. Eu gozo. Jatos quentes. Boca dela engole tudo. Cada gota. Sensação visceral. Contraio dentes. Nenhum gemido. Ela lambe limpo. Sai rastejando. Visio acaba. ‘Bom fim de semana.’ Desligo. Corpo treme. Gozo total. Selvagem.

A Febre

Quarto calmo. Mas pele ainda queima. Ouço vozes no pc. Não desliguei direito. Hélène geme. ‘Seu salaud, me foder o cu na visio!’ Homem ri. ‘Teu cu é viciante.’ Ela xinga. Porra escorre. ‘Encheu meu rabo!’ Ele manda chupar. Sons de boquete. Entendo tudo. Ela balançava por isso. Meu segredo salvo. Levanto. Procuro Danielle. Cozinha. Risonha. ‘Gostaste?’ Puxo-a. Beijo bruto. Mãos no cu dela. ‘Agora te fodo até implorares.’ Ela geme. Pele colada. Suor fresco. Coração desacelera devagar. Mas fogo lateja. Vivemos o proibido. Único. Perigoso. Meu pau endurece de novo. A posse volta. Cinzas quentes. Prazer eterno.

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