Confissão Ardente no Refúgio: Orgia Devoradora na Tempestade

O refúgio cheira a chuva e suor. Portas batem. Corpos nus gotejam no dormitório escuro. A tempestade ruge lá fora. Olhos se encontram. Corações martelam. Manon pressiona as costas contra Thomas. Dedos frios aquecem em curvas quentes. Laura arrasta Cécile para o matelas. Hesitação some. Mãos tremem de urgência. Pubis depilado brilha. Pele arrepia. Antoine e Julien seguem. Sexos endurecem. Mathilde entra, olhos arregalados. Duas vergas pulsantes a centímetros. Pânico vira fome. A febre sobe. Respiração ofega. Peitos sobem e descem. Dedos roçam clitos inchados. Anus piscam. Gémidos escapam. Thomas sente o dedo de Manon invadir. Contrai. Geme. Calor explode no cu. Manon sorri, orgulhosa. Cécile beija Laura. Línguas dançam. Seios se apertam. Dedos mergulham em mel. Corações disparam como trovões. Urgência de possuir. Ninguém resiste. A sala vira redemoinho de carne.

Peles colam suadas. Ritmos aceleram. Cécile lambe o clitóris de Laura. Língua fura. Dedos na roseta. Laura arqueia. Geme alto. Mathilde agarra as duas picas. Boca engole. Língua gira em glande violáceo. Salgado. Muscado. Garganta se abre. Preenche. Mãos massageiam bolas pesadas. Julien e Antoine gemem. Ombros se tocam. Calor irradia. Cécile goza. Corpo treme. Unhas cravam. Laura revida. Dedo no cu dela. Expande. Thomas soca Cécile. Pica enterra em carne quente. Manon guia. Olhos fixos. Mathilde beija todos. Línguas se fundem. Antoine fode o cu de Laura. Julien a boceta. Paredes finas roçam paus. Laura urra. Tripla penetração pulsa. Cécile fode Mathilde com dedos. Três na boceta. Clitóris torcido. Manon suga tetas. Thomas bombeia forte. Julien aperta bolas de Thomas. Dedo no cu de Cécile. Gozos explodem. Jatos quentes. Sperma voa. Rostos lambuzados. Cu expulsa dedos. Bocetas esguicham. Corpos convulsionam. Selvageria pura. Suor pinga. Corações na garganta. Posse total. Ninguém para.

A Febre

Corpos afundam nos matelas. Chuva martela janelas. Pele ainda queima. Respirações ofegam devagar. Laura aninha em Julien. Cabeça no ombro. Mão no pau mole. Cécile espelha. Manon entre Thomas e Mathilde. Dedos preguiçosos roçam. Último gozo de Manon. Fele como leoa. Silêncio cai. Olhares trocados. Sem culpa. Só plenitude. Pernas entrelaçadas. Sperma seca na pele. Anus latejam. Bocetas palpitam. Tempestade amainha. Sentimo-nos vivos. Marcados. Unidos no proibido. O prazer devorou tudo. Cinzas quentes sobem. Algo único vivido. Corações batem calmos agora. Mas a brasa espera.

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