Confissão Picante: Roubando Prunas e Devorado pelo Mestre da Fazenda
O sol escaldava o vale no Gers. Estacionei à sombra do til. Subi o caminho herboso. Calor no peito. Mão no torso. Desci o short. Culote de rendas exposta. Dedos nas nádegas. Pau duro. Masturbei devagar. Frutos caídos cheiravam doce. Peguei punhado. Sentei na pedra. Passos atrás. Voz trovejante. ‘Roubas minhas prunas!’ Virei. Homem trapu. Olhos claros. Furioso. Punhos nas ancas. ‘Propriedade privada. Vou punir-te!’ Sorriu safado. Joguei o jogo. ‘Não chames gendarmes!’ Agarru-me o braço. Poigna de ferro. Empurrou-me pra remise. Porta rangeu. Pênumbra fresca. Fechou. Trancou. ‘Tudo o que quiseres.’ Torceu pulsos. ‘Quero teu cu, tua boca!’ Colei-me. Beijo faminto. Língua dele invadiu. Saliva grossa. Gemidos meus. Enorme protuberância na perna. ‘Sim, toma-me!’ Baixei short. Rendinha vista. Apalpou pau. ‘Que pila linda!’ Desabotoou calças. Verga monstruosa. 25 cm. Grossa como pulso. ‘Mostra o cu!’ Cambrei. Anel oferecido. Língua no cu. Dedos no pau. Gozei nos dedos dele. Sperma na boca. Beijo sujo. Dedo no cu. ‘Monte!’ Subi escada. Balanço nádegas. Mão nas minhas. Língua outra vez. Quarto sob telhado. Velho cama metálica. Matelas gasto. Sentou. Chupou meu pau. Eu branquei a dele. Enorme. ‘Cavalga!’ Enfrentei a massue. Chupei glande. Musco forte. Ele lambeu cu. Gozou na boca. Flutu abundante. Beijo com gosto dele. pau endureceu de novo. ‘A quatro!’ Cambrei. Língua no cu. Saliva. Dedos. Glans na roseta. Puxou ancas. Dor lancinante. ‘Devagar, mestre!’ Empurrou. Ondas de dor e prazer. Saliva mais. Ajudei. Enfiou até bolas. Gozei forte. Desmaiei quase. Retirou suave. Empurrou de novo. Ritmo feroz. ‘Vira!’ Chupei sujos de nós. ‘Agora fodo a fundo!’ Cambrei. Crachás. Enfiou brutal. Vagidos meus. ‘Toma, puta!’ Batidas selvagens. Gritava prazer. Ele rugiu. Gozou dentro. Eu também. Cinco vezes na cama. Cu latejante. Abraçados. Línguas. ‘Ficas esta noite.’ Camioneta. Fazenda à vista. Cão ladrou. Outra história vem.
Coração acelerado. Pele a ferver. Cada poro suado. Olhar dele devorava. Verga pulsava. Cu ardia já. Urgência no ar. Posse iminente. Respiração curta. Mãos ásperas. Nádegas apertadas. Dor boa. Gemido rouco. Corpo tremia. Desejo vermelho. Implacável. Perdia controlo. Suor escorria. Pele colava. Coração martelava. ‘Toma-me agora.’ Ele grunhiu. Mãos de ferro. Enfiava língua. Pau latejava. Gozo perto. Tudo febre. Corpo em chamas. Nada mais existia. Só ele. Só isso.
A Febre
Cu dilatado. Batidas ritmadas. Verga rasgava. Dor multiplicada. Prazer insano. Gemidos ecoavam. Bolas batiam. Suor pingava. Unhas cravadas. ‘Mais forte!’ Ele obedecia. Ritmo animal. Corpo balançava. Ondas subiam. Gozo explodia. Sperma jorrava. Ele dentro. Quente. Profundo. Cinco fodos. Exaustos. Pele pegajosa. Corações calmavam. Beijos moles. Dedos no cu. ‘Boa puta.’ Abraço quente. Noite na fazenda. Cinzas quentes. Marcado pra sempre. Único. Devorado.



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