Confissão Picante: A Vizinha que Me Faz Perder o Controlo no Jardim de Strasbourg

Strasbourg, abril. Meu jardim no lotissement calmo. Sol aquece a terra. Eu, Laurent, 50 anos, podo flores. Coração bate normal. Até ela chegar. Stéphanie, a vizinha nova. Robe branca leve. Óculos escuros. Sorriso inesperado. ‘Bom dia, pode me dar dicas de plantas?’ Voz suave. Surpresa. Ela, sempre masculina no inverno. Agora, feminina. Perto. Transparente ao sol. Silhueta fina. Pernas longas. Culotte ou não? Meu pau endurece. Conversa. Flores. Ela se inclina. Coloceraço aperta. Nada vejo. Excitação cresce. Pantalão tensiona. Bossa visível? Ela não nota. Filhas voltam. Adeus. Entro em casa. Quero gozar. Subo. Janela. Ela no jardim dela. Brinca com meninas. Nu. Atrás da cortina fina. Mão na verga. Bombeio forte. Suor escorre. Coração galopa. Jato potente. Mancha o voil. Limpo rápido. Olho. Ela me encara. Imóvel. Robe branca. Viu tudo?

Coração explode. Vergonha. Desejo. No dia seguinte. Ela de novo. Robe preta justa. Cintura marcada. ‘Bom dia, vizinho. Laurent.’ Sorri. Conversa. Clima. Vila. Elogio. ‘Preto te cai bem. Silhueta perfeita.’ Ela ri. ‘Meu marido não elogia. Os seus vão ao coração.’ Olho. Linhas de calcinha? ‘Vê-se demais.’ Erro. Ela vai embora. Furioso comigo. Sonho. Toque de sino. Ela na porta. ‘Agora sem marcas.’ Gira. Nada por baixo. Ancainhas balançam. Fico mudo. Ela cruza rua.

A Febre

Coragem. Vou à casa dela. Porta abre. ‘Que ousadia, Laurent.’ Empurra. ‘Desculpa. És magnífica.’ Ela cora. Sorri. ‘Entra. Café.’ Cozinha. Costas viradas. Mãos nas ancas. Tecido fino. Nada embaixo. Subo. Seios livres. Ela para. ‘Não. Não traio assim. Vi-te ontem. Gozei forte. Vai. Olha-me da tua cama. Eu deito nua pra ti.’ Corro pra casa. Quarto. Baia aberta. Visada perfeita. Ela lá. Senta na cama. Baia dela escancarada. Nu. Meu pau ereto. Ventre proeminente. Mas verga grossa. Ela ergue robe. Coxas abertas. Toison farta. Sulco escuro. Saliva enche boca. Mão na verga. Lentamente. Ela na cona. Dedos rápidos.

Ritmo acelera. Pele arde. Coração martela peito. Olhos fixos. Ela geme sem som. Eu bombeio. Veias pulsam. Cabeça inchada. Suor pinga. Ela treme. Pernas rígidas. Eu explodo. Jatos longos. Terraço molhado. Ela cai pra trás. Touffe brilhante. Gozo dela.

O Braseiro

Ela levanta. Beijo no ar. Fecha. Eu ofegante. Pele em brasa. Caroline chega. Conto tudo. ‘Para, porco.’ Dedo nos lábios. ‘Quero foder.’ Subimos. Ela nua. Quatro patas. Enterro fundo. Pilo forte. Ela urra. Gozamos juntos. Chuveiro. Sabão. ‘Fantasias boas.’ ‘Verás. Ela é real. Um dia vos vejo foder.’

Dias passam. Quarto dela. Nuisette vermelha. Aspirador. Marido entra. Beijos. Mãos nas tetas. Ela ajoelha. Pau dele pequeno. Chupa devagar. Língua gira. Ele goza no rosto. Ela olha pra mim. Sorri. Eu gozo. Ela se masturba. Grito mudo. Telefone. ‘Gostaste? É o meu amor.’ ‘Quero mais.’ Ela ri. Caroline apanha-me. Nu. ‘Doente?’ Abraço. Conto. Despimo-la. Cona molhada. Fodo selvagem. Ela mia. Cinzas quentes. Pele ainda queima. Único. Devorador.

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