Confissão Picante: A Nudez Proibida da Prima no Étang Secreto

Julho de 1965. Lado escondido da ilha no étang. Água gelada até os joelhos. Martine sobe na margem lamacenta. Olhos fixos nos meus. ‘Olha bem. Presente.’ Tira o maiô de uma peça. Pele pálida brilha ao sol filtrado. Seios pequenos, firmes, bicos rosados endurecendo no ar. Vira. Nádegas redondas, triângulo negro úmido entre as coxas. Coração explode no peito. Bum-bum-bum. Lembro o quarto. Manhã de sábado. Durmo nu. Ela abre a porta. Meu pau ereto, grosso, curvo como um arco. Ela vê. Panica. Fecha. Mas no café, olhar pícaro. Noite na caminhada. ‘Sempre assim? Enorme.’ ‘Só de manhã.’ ‘Doux?’ ‘Sim.’ Agora, nua. Tudo vermelho. Sangue ferve nas veias. Pau endurece na água fria. Incha, dói de tesão. Ela ri baixo. ‘Vem.’ Mão estendida. Pele arde só de imaginar. Urgência aperta o estômago. Perco o controle. Saio da água. Calções colam no corpo. Ereção evidente. Ela não desvia o olhar.

Puxa-me para os arbustos. Folhas arranham a pele. Corpos colam. Molhados, quentes. Seios contra meu peito. Mãos trêmulas nas costas dela. Suave. Quente. Desce para as nádegas. Firmes, elásticas. Ela geme baixo. ‘Toca.’ Desço a mão. Encontro o calor úmido. Fenda escorregadia. Dedos mergulham. Ela arqueia. ‘Sim.’ Pau lateja. Ela agarra por cima do calção. Aperta. ‘Tira.’ Obedeço. Pau salta livre. Grosso, veias pulsantes. Cabeça roxa, pré-gozo pingando. Ela envolve com a mão. Pele macia desliza. Ritmo lento. Acelera. ‘Duro. Quente.’ Boca dela desce. Língua lambe a glande. Chupa. Vácuo devorador. Gemido escapa. Enfio dedos mais fundo. Ela treme. Clitóris inchado. Esfrega. Coxas apertam minha mão. Suor escorre. Corações martelam juntos. Ela solta. ‘Deita.’ Areia úmida nas costas. Ela monta. Pau roça a entrada. Molhada, aberta. Desliza devagar. Engole centímetro por centímetro. Apertão quente. ‘Ah!’ Empurro para cima. Ela cavalga. Selvagem. Seios balançam. Unhas cravam ombros. Ritmo furioso. Pele bate em pele. Slap-slap-slap. Gozo sobe. ‘Vem!’ Ela treme. Contrações apertam. Jorro explode dentro. Quente, infinito. Ela desaba. Suor pinga.

A Febre

Respiração ofegante. Pele ainda queima. Ela rola ao lado. Mão no meu peito. Coração desacelera. Bum… bum… Lento. Olhos nos olhos. Sorriso cúmplice. ‘Primeira vez?’ ‘Sim.’ ‘Minha também. Verdadeira.’ Areia gruda nos corpos. Água lambe os pés. Silêncio pesado. Famílias dormem longe. Levanto. Pau amolece, sensível. Ela veste o maiô. Eu os calções. Mergulhamos. Água apaga o fogo. Mas dentro, cinzas quentes fumegam. Volta à praia. Normais. Risos falsos. Noite, diário dela. Meu punho alivia o resto. Algo único. Proibido. Gravado na carne.

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