Confissão Picante: Sexo Devorador na Limusine dos Champs-Élysées

Era uma tarde linda de primavera. Dia de folga. Flanava pelas Champs-Élysées. Turistas babando na ‘mais bela avenida do mundo’. Parisienses odeiam. Eu amo. Magia no ar. Perto do antigo Virgin, bum! Um ombro forte me acerta. Dor aguda. Viro-me. Um árabe clássico. Disdasha branca, keffiyeh xadrez. Gordo, bigode grosso, óculos escuros dourados, relógio de ouro no pulso. Olhar meu o obriga a falar. ‘Desculpe, madame, não a vi.’ Agora só me vê. Loira, peituda, uns quilos a mais, olhos azuis. Sucesso com machos do Oriente Médio. ‘Cuidado da próxima! Me machucou!’ ‘Para me redimir, champanhe? Café ou minha limusine?’ Aponta o monstro preto, vidros fumê. Chauffeur ao volante, dedo no nariz. ‘Na sua carro.’ Entro. Couro negro, madeira fina. Isolados do mundo. Ele entra. Fecha porta. Silêncio total. Fome de rua some. Pega microfone. Fala árabe. Carro desliza suave. Champs subindo. ‘Tour por Paris.’ Abre champanhe. Enche taças. ‘Onde doeu?’ ‘Aqui, na anca.’ Mostro. ‘E torci o tornozelo com salto.’ Bebo. Mão dele na coxa, sobre vestido curto preto. Passamos Étoile. Avenue Kléber. ‘Seu massagem alivia. Continua. Interior da coxa dói.’ Mão sob vestido. Pele nua. Coxa macia. Levanta saia. Vê calcinha rendada transparente. Minha buceta epilada. Olha sem pudor. Eu me entrego. Bebo. Admiro Torre Eiffel pelo teto de vidro. Bacia avança. Ofereço visão íntima. Ele sobe. Monte de Vênus. Coração acelera. Pele queima. ‘Dói aqui. Veja se tem roxo. Tire calcinha se preciso.’ Cabeça dele no meu sexo. Dedo grosso entre lábios. Procura clitóris. Tremeço. Derrubo champanhe nas pernas. Ele ri. ‘Não desperdice.’ Mergulha rosto. Joelho no chão. Fico no limite do banco. Pernas escancaradas. Boca devora. Aspira lábios. Língua no clitóris. Enfia no cu. Mãos firmes. Sexo colado na cara dele. Renhos loucos. Orgasmos explode. Corpo mole. Pernas abertas. Olhar perdido.

Ele se senta. Rosto vermelho. Mais champanhe. Panthéon ao lado. Não paro. Mão na coxa dele. Olhos nos olhos. Levanta disdasha. Pica dura, grossa. Pego. Dura como ferro. Babo. ‘Chupa!’ Obedeço faminta. Quatro patas. Cu pro vidro. Engulo voraz. Bolas na boca. Lamo glande. Engasgo na grossura. Baba escorre. Lambe antes de sujar couro. Beijos no pau. Língua no meato. Ele geme. Pega peitos balançantes. Aperta bruto. Pica mamilos. Dor excita. Sinto gozo dele. Paro. Sento nele. Guio pica na buceta. Fundo. Arranco vestido. Só salto e joias. Chego cavalgando. Ele agarra quadris. Vai e vem. Para. Respira. Enterra na tetas. Lambe. Morde. Mama. Paris rola: Bastille, République, Opéra. Farol vermelho. Cabeças espiam. Imagino verem. Excitação explode. Gozo de novo. Ele segura. Levanta-me. Força bruta. Pica ainda rígida. Mais grossa.

A Febre

Segunda gozada me quebra. Boneca dele. Quatro patas. Cabeça no vidro. Place Vendôme. Ele atrás. Farol. Glans no cu. Empurra. Grito rasga. Dor infernal. Gente cruza rua. Veem? Cu estica. Entra lento. Carro arranca. Rue de Rivoli. Dor pura. Masturbo clitóris frenética. Relaxo. Ele afunda todo. Pelos nas nádegas. Bomba rápido. Gritos de prazer. Concorde. Champs de volta. Goza gutural. Meu terceiro orgasmo. Sai. Desabamos. Suor. Respiração pesada. Último champanhe. Visto vestido. Ele se ajeita. Enfia maço de notas na bolsa. Ignoro. Porta abre. Saio. Deixo calcinha no chão. Sol cega. Frente ao Virgin. Limusine some na multidão. Pele ainda arde. Coração martela. Vivi o proibido.

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