Confissão Picante: Devorei Valentina no Quarto Proibido
O quarto de Valentina cheira a lavanda e segredos. Finais do século XIX, cortinas pesadas abafam o mundo lá fora. Entro de fininho, o coração martelando no peito. Ela está ali, de camisola fina, iluminada por uma vela tremulante. Olhos dela encontram os meus. Arrepio na espinha. Aproximo-me devagar. Mãos suadas. Respiração curta. Toquei-lhe no ombro. Pele quente como ferro em forja. Ela treme. Eu tremo mais. Beijo o pescoço. Salgado de suor fresco. Coração dela acelera contra o meu. Urgência sobe. Rasgo a camisola devagar. Seios saltam livres. Pesados, quentes. Mamilos endurecem no ar frio. Chupo um. Ela geme baixo. Mãos dela nos meus cabelos. Puxa forte. Dor boa. Meu pau incha, lateja nas calças. Desabotoo tudo. Pressiono o corpo no dela. Calor úmido entre as coxas dela. Dedos escorregam para lá. Molhada. Escorrendo. Ela arqueia as costas. ‘Eugène…’, sussurra. Eu devoro a boca dela. Línguas lutam. Fome animal. Tudo vermelho. Sangue ferve. Quero possuir. Agora.
Corpo dela no colchão. Pernas abertas. Eu entre elas. Pau roçando a entrada. Ela ofega. Olhos vidrados. Empurro devagar. Entra fácil. Quente. Apertado. Ela grita baixo. Unhas nas minhas costas. Rasgam pele. Dor excita mais. Bombo forte. Ritmo acelera. Pele bate em pele. Suor pinga. Seios balançam a cada estocada. Chupo-os furioso. Mordisco. Ela urra. ‘Mais!’, implora. Obedeço. Piso fundo. Rápido. Selvagem. Ela contrai em volta de mim. Molha mais. Dedos dela no clitóris. Esfrega louca. Corpo treme. Eu seguro as ancas. Bato como pistão. Coração explode no peito. Calor sobe. Ela goza primeiro. Espasmos. Gritos roucos. Aperta-me forte. Eu não aguento. Gozo dentro. Jatos quentes. Encho-a toda. Corpo colapsa sobre o dela. Pele grudada em suor. Respiração ofegante. Ainda lateja dentro dela.



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