Confissão Picante: A Cozinha Proibida com a Esposa do Chefe

Mulher em lingerie

A cozinha da villa cheirava a luxo e perigo. Grandes bancadas de mármore frio contrastavam com o calor que subia entre nós. Pascale, a loira de 39 anos, esposa do meu chefe, estava ali, sem calcinha, só com meias e porta-jarretelles. Seu tailleur cinza curto subia nas coxas. Eu, Antoine, 29 anos, casado, pai de dois, sentia o sangue ferver. Ela me agarrou pela cintura no supermercado, roçando o corpo. Agora, sozinhos, o ar pesava. Seus olhos devoravam a minha ereção no jeans. ‘Meu gentil motorista tem um problema aqui’, sussurrou, apertando minha calça. Coração martelando. Pele arrepiada. Tirei sua jaqueta. O chemisier transparente revelava seios firmes, mamilos duros como pedras. Ela desabotoou minha camisa, beijando o peito. Mãos dela na minha cintura. Fecho abrindo. Boxer esticando. Minha verga saltou livre, grossa, latejante. ‘Que pau enorme’, gemeu, masturbando devagar. Dedos expertes no glande. Eu gemi. Ela me levou ao lava-louças, ensaboou as mãos. Sabão escorregadio na minha rola e bolas. Movimentos lentos, circulares. Fechei os olhos. Calor subindo. Pulsos acelerados. Ela se ajoelhou. Boca quente engolindo tudo. Língua no freio. Cabeça indo e vindo. Eu segurei seus cabelos loiros. Foda na boca. Bolas apertadas. ‘Para, senão gozo’, supliquei. Ela parou, se levantou. Seios nus contra mim. Beijo molhado. Línguas dançando. Mãos nas suas nádegas. String fino. Nada por baixo. Dedos na sua xoxota molhada. Clitóris inchado. Ela tremeu. ‘Me fode’, implorou. Mas a febre crescia. Eu a virei. Jupe subindo. Coxas abertas no balcão. Dedos invadindo. Ela gritou. Orgasmo vindo. Corpo convulsionando. ‘Te amo’, murmurou. Desejo vermelho. Tudo pronto para explodir.

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Corpos colados. Eu atrás dela. Verga entre coxas quentes. Cabeça roçando a entrada encharcada. Uma estocada só. Fundo. Ela uivou. ‘Sim! Fode forte!’ Agarra nas ancas. Puxo. Empurro. Ritmo selvagem. Pele suada batendo. Corações trovejando. Seus gemidos ecoam na cozinha. ‘Mais fundo, caralho!’ Eu martelo. Bolas batendo na bunda dela. Seios balançando. Ela rebola. Aperta minha rola com a boceta. Calor úmido me engole. Suor pingando. Unhas cravadas na carne. Eu belisco mamilos. Ela explode de novo. ‘Gozo! Ahhh!’ Contrações me sugam. Não aguento. ‘Vou jorrar!’ Ela grita: ‘Dentro! Enche minha puta buceta!’ Esperma ferve. Jatos quentes. Corpo tremendo. Gozo bestial. Caímos ofegantes. Verga ainda pulsando dentro dela. Líquido escorrendo coxas. Pele pegajosa. Respiração pesada. O mundo para.

A Febre

Calma desce devagar. Pele ainda queima. Eu saio devagar. Porra pinga no chão. Ela se vira. Beijo terno. ‘Nunca gozei assim’, confessa. Eu sorrio. Culpado, mas saciado. Vista única. A bourgeoise do chefe, destruída de prazer. Vestimo-nos lentos. Ela anota o número no papel. ‘Me liga.’ Eu saio. Berlingo ronca. Chefe cruza no corredor. ‘Tudo bem?’ ‘Perfeito, Jean-Paul.’ Ele nem sonha. ‘Pequena bite’, penso rindo. Coração acalma. Mas o fogo fica. Algo único. Perigoso. Devorador. Quero mais.

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