Confissão Picante: Os Irmãos e o Fogo Devorador de Véronique

Mulher em lingerie

Saí do quarto de mansinho, serviette na cintura, coração já batendo forte. O ar fresco do corredor me acertou, mas o calor subia dentro de mim. Ouvi risos abafados. Os dois irmãos surgiram, pagnes africanos mal cobrindo seus corpos musculados. Bombarde e tambor nas mãos. Entraram no nosso quarto sem bater. Acenderam a luz. Começaram a tocar, alto, ritmado. Véronique se mexeu na cama, olhos entreabertos, sono ainda grudado na pele. O lençol escorregou. Coxa esquerda à mostra, seio direito livre, bronzeado reluzindo. Pubis depilado quase exposto. Meu pau endureceu num instante, serviette tremendo. Os irmãos giravam, olhos famintos nela. Ela riu, esticou os braços. Seios firmes balançaram. Tentei esconder a ereção, mas falhei. Coração galopando. Pele arrepiada. O mais novo pulou na cama, bombarde chiando. Ela riu mais, lençol voou. Seios nus. Ele se jogou em cima, boca no pescoço. O irmão mais velho ajoelhou, lábios na coxa. Mão subindo devagar. Ela resistiu fraco, mãos empurrando sem força. Lençol caiu todo. Corpo nu, exposto. Olhos dela nos meus. Sorriso cúmplice. Corpo relaxou. Entregue. Meu desejo explodiu. Serviette no chão. Pau pulsando.

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Ele bloqueou a mão dela, chupou seios. Irmão abriu as coxas, mergulhou a língua no sexo molhado. Ela gemeu baixo, quadris subindo. Beijo ardente no mais novo. Eu via tudo, paralisado. Excitação rasgando o peito. Mais velho arrancou o pagne. Pau roxo, grosso. Enfiou sem aviso. Ela arqueou. Ritmo feroz. Mão do jovem nos lábios dela, depois no cu. Dedos entrando. Ela chupava, gulosa. Irmão gozou fundo, corpo tremendo. Sperma escorrendo. Saiu, sorriu pra mim. Jovem virou ela de bruços. Glande no cu. Entrou fácil. Foda lenta, profunda. Bunda dela ondulando. Eu rebandei. Luz do sol invadiu, fotos clicando. Ele gozou nos rins, mas ficou dentro. Virou de costas, ela em cima, empalada. Mais velho entregou câmera. Subiu, enfiou na buceta. Dupla penetração. Ela gritou prazer. Corpos suados colados. Ritmo insano. Orgasmo dela veio em ondas. Eu fotografava, pau latejando. Eles trocaram, bocas, cus, buceta. Dois paus no cu, dois na buceta. Brinquedos grossos depois das gozadas. Duas horas de fúria. Quatro gozadas cada um nela. Eu gozei no chão de novo. Ela surfava orgasmos, olhos vidrados. Pele pegajosa de suor e porra.

A Febre

Esgotados, pararam. Ela dormiu nua, porra escorrendo coxas. Tomei banho. Desci. Irmãos nus, vendo fotos. ‘Cópia pra você’, riram. ‘Ela é foda, achávamos puritana.’ Propuseram postar online. Excitação me torceu. Aceitei. Quinze dias depois, briga. Ela viu as fotos, rosto à mostra. Fui castigado. Foi sozinha pro fim de semana. Eu segui escondido. Nada. Ela voltou exausta. Contou: foram pra mansão de amigo. Nove caras. Fotos e vídeos surgiram. Dois irmãos, sete outros: negros, magrebino, bedos. Gangue total. Todos os buracos usados. Gritos reais de prazer. Último vídeo: ‘Não durmo mais esse fogo, chéri. Aceito tudo agora.’ Zoom out, empalada. Pele ainda queima em mim. Cinzas quentes. Único. Irrepetível.

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