Confissão Picante: Minha Primeira Vez num Clube Libertino em Montréal

Ambiente íntimo de boudoir

O telefone tocou. Voz de Stéphane, urgente. ‘Veste aquela saia preta justa, camisa branca fina. Pego-te às 19h.’ Coração acelerou. Em casa, depilei tudo. String branco fininho. Nada de sutiã. Seios livres sob o tecido leve. Espelho devolveu ruiva sexy, olhos brilhantes. Ansiedade misturada a tesão.

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Chegamos ao clube privado em Montréal. Corredor escuro. Mulher elegante, decote fundo, guia-nos. Pista de dança espelhada. Douche aberta. Sauna. Quartos com colchões imensos, janelas comunicantes. ‘É libertino?’, sussurrei. Stéphane sorriu. ‘Queres ir?’ ‘Não. Mas sem quartos ainda.’ Sentamo-nos perto da pista. Vodka-laranja enche copos. Olhares devoram minha roupa. Corpo vibra com a música.

A Febre

Pista vazia. Slow começa. Todos dançam, colados. Stéphane puxa-me. ‘Sente-me.’ Enfio cabeça no seu peito largo. Luz baixa. Multidão aperta. Mão roça minhas nádegas. Ignoro. Outra. ‘Olha ali’, diz ele. Mulher de joelhos mama homem de pé. Chocada, viro-me. Calor sobe. Vulva pulsa. Outro slow. ‘À esquerda.’ Mulher em vestido branco aberto. Dois homens: um mama tetas, outro dedos na cona. Dedos somem na carne molhada. Mãos em mim de novo. ‘São respeitosos’, ri Stéphane.

Voltamos à mesa. Observamos. Vamos aos quartos. Orgia: 15 corpos fodendo. ‘Não’, digo. Ele beija-me fundo. Volta à pista. Ele guia-me. Mãos firmes nas nádegas. Cintura. Coxas. ‘Deixa-te ir.’ Viro devagar. Mulher jovem, 20 anos. Cabelos castanhos longos, pele morena, sorriso doce. Saia ampla. Triângulo forma-se. Mãos exploram. Ele levanta minha saia. Pele arde no ar fresco.

Coração martela. Ela beija-me. Lábios macios sugam inferior. Língua invade. Primeira vez com mulher. Infinito. Mão esquerda sob saia dela, apalpa bunda. Direita nos tetas firmes. Desabotoo vestido. Peitos pequenos, duros. Meu topo abre. Seios nus. String encharcado. Stéphane ajoelha. Arranca cueca. Eu chupo teta dela. Ele tira dela também. Boca dela nos meus mamilos. Mordidas. Ondas no ventre.

O Braseiro

Dedos dele nas nossas conas encharcadas. Dois em mim. Cyprine ao cu. Circula. Mesma nela. Gozo forte. Líquido escorre coxas. Ela grita baixo, cabeça para trás. Eu abaixo-me. Lambo clitóris. Dedos dentro. Mão estranha na bunda. Índice no cu, lubrificado. Paro. ‘Stéphane, dedo no cu!’ Ele sorri. Viro. Homem alto, árabe. ‘Mais belo cu. Continuo?’ ‘Agora que começaste…’ Viro de novo. Lambo ela voraz.

Ao redor, corpos misturam-se. Dedos dele na cona, cu preenchido. Gozos múltiplos. Gritos meus. Líquido jorra. Outra pessoa junta-se. ‘Quartos?’ Alta, pronta para tudo. Namorado dela chega, loiro desgrenhado. Leva-a. Arrefece.

Exausta, orgasmos drenaram-me. Despedimo-nos do árabe, mãos ainda em mim. ‘Minha carta. Quero foder-te.’ ‘Talvez.’ Carro. Casa. Fazemos amor. Corpo mole. Mas semana inteira: sexo insano. Falamos da noite. Tesão eterno. Queremos mais. Aquela febre mudou-nos.

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