Confissão Picante: O Encontro Devorador no Jardim Abandonado

Ambiente íntimo de boudoir

Cheguei primeiro. O edifício deserto, jardim boisé a abrigar segredos. Sexta-feira, fim de tarde. Sol quente ainda queima a pele. Camisa leve, calças de ganga soltas. Acendo um cigarro. Encosto no muro áspero. Coração martela no peito. Suor escorre pela nuca. Semanas de mails quentes, fotos molhadas, promessas. Eva. Loira, 33 anos, casada como eu. Corpo de sonho no bikini húmido. Masturbações virtuais. Agora, real. Tremor nas pernas. Carro aproxima-se. Apago o cigarro. Endireito-me. Ela surge. Vestido vermelho curto, meias pretas. Olhos azuis cravam-se nos meus. Eternidade num segundo. Lábios colidem. Línguas dançam, famintas. Mãos voam. Dedos roçam a pele nua acima das meias. Gemido dela. Sinal. Puxo-a para o abrigo das árvores. Corações aceleram. Respiração ofegante. Calor sobe. Tudo vermelho.

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Corpos colados. Mãos dela nas minhas costas. Empurra-me contra o muro quente. Olhar fixo. Desabotoa calças. Baixa cueca. “Tens uma pila linda, apetitosa… Aposto que as tuas nádegas são suculentas.” Agarrou-as. Boca engole-me. Língua lambe, voraz. Mão nas bolas. Ereção explode. Guio a cabeça dela. Cabelos loiros entre dedos. Prazer sobe, mas controlo. Levanto-a. Tira camisa. Nu. Beijo profundo, gosto meu pré-gozo na boca dela. Fricciona-se na minha rigidez. Desvisto-a. Vestido voa. Sem sutiã. Peitos perfeitos. Lábios no pescoço, chupar mamilos duros. Só tanga preta e meias. Mordisco. Ela agarra-me. Quer agora. Deito-a na erva. Afasto tanga. Cona molhada, reluzente. Boca mergulha. Língua abre lábios. Chupa clítoris. Sabor doce-amargo. Gemidos. Língua no cu. Coxas abrem. Tudo meu. Dedos entram. Três, fundo. Grita. Alterno língua e dedos. Ela treme.

A Febre

Gland roça entrada. Ela suplica com olhos. Agarrou nádegas. Empurra. Penetro fundo. Imóveis. Unimos. Retiro. Viro-a. Quatro apoios. Adoro levrette. Agarro ancas. Enterro brutal. Gritos ecoam. Cu molhado brilha. Peitos balançam. Suor pinga. Secreções misturam. Dedo no cu. Sinto pila através da parede fina. Ela vibra. Gozo. Jato fundo na cona. Resto nas nádegas, costas. Imagem perfeita: ela de chienne, pingando meu leite.

Esgotados. Deitamos lado a lado. Olho pele suada, brilhante. Beijo lento. Mãos suaves. Dormitamos. Acordo só. Bilhete: “Obrigada pelo prazer. Guarda o teu cheiro no meu corpo. Voltamos, prometo.” Visto-me. Tremores. Volto a casa. Pele ainda arde. Único.

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