Confissão Picante na Ilha de Ilsa: Desejo Devorador em Koh-Lanta
A areia quente da praia de Koh-Lanta queima os pés. Sol implacável. Meu coração martela no peito. Ilsa à frente, camisa kaki colada aos seios fartos. Gotas de suor escorrem pelo decote. Short apertado nas coxas grossas. Olhos dela me devoram. Pascal gritou ao ser arrastado pelas duas negras. Seus corpos nus, óleo brilhando na pele ebony. Eu sinto o calor subir. Não é só medo. É fome. Urgência na virilha. Respiração curta. Pele arrepiada. Ela vira pra mim. ‘Carter, vem.’ Voz rouca. Mando os outros partirem com o mapa. Crochet ajusta o gancho. Mort treme. Sorkyza xinga. Eu sigo Ilsa pra uma cabana na floresta. Palmeiras sussurram. Serpentes sibilam no mato. Coração explode. Ela fecha a porta de palha. Ar denso. Cheiro de sal e sexo. ‘Queres falar?’ Dedos dela no meu peito. Unhas cravam. Eu gemo. Calor da pele dela contra a minha. Suor mistura. Boca dela no meu pescoço. Mordida. Sangue pulsa nas veias. Tudo vermelho. Desejo ascende. Irresistível. Perco o controlo. Mãos nas ancas dela. Aperto forte. Ela ri baixo. ‘Prova particular, Carter.’
Porta cai. Ela me empurra na esteira de folhas. Selvagem. Short rasgado. Seios livres. Mamilos duros como pedras. Eu chupo. Voraz. Língua gira. Ela arqueia. Gritos ecoam. Floresta engole. Pernas dela abrem. Ebano e fogo. Dedos mergulham na umidade. Escorrega. Ela geme rouco. ‘Mais.’ Eu obedeço. Ritmo acelera. Coração galopa. Suor pinga. Corpo colado. Ela vira. Bunda perfeita. Eu entro. Brutal. Profundo. Ela grita. Unhas nas costas. Rasgam. Dor e prazer. Bombeio. Selvagem. Sem filtros. Cada estocada multiplica. Pele bate. Molhado. Escorregadio. Ela goza primeiro. Contrações apertam. Eu continuo. Feroz. Perco a razão. Só instinto. Possessão total. Ela morde meu ombro. Sangue. Eu explodo dentro. Ondas. Devastadoras. Corpo treme. Queda livre.
A Febre
Corpo cai ao lado. Pele ainda arde. Suor seca lento. Coração desacelera. Respiração ofegante. Olhos dela brilham. Sadismo misturado a saciedade. ‘Bom rapaz.’ Dedo traça meu peito. Serpentes chiam fora. Os outros lutam pela ilha. Eu sei. Sobrevivi esta. Mas amanhã? Ela ri. Levanta. Seios balançam. ‘Vais ganhar todas as provas.’ Eu toco a coxa dela. Marca vermelha. Minha. Único. Silêncio pesado. Cinzas quentes. Sinto o vazio doce. Vivi o abismo. Perigoso. Total. Volto pra praia. Mapa na mão. Mas o fogo fica. Marcado. Ilsa no sangue. Desejo eterno. Mesmo na morte.



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