Confissão Picante: Presos no Escritório com Meu Chefe Selvagem
Victoria ri alto. Balou fica pasmo. Ela mantém a calma. Estão presos no prédio administrativo. Fim de semana inteiro. Corredores vazios. Portas trancadas. Meia hora de busca. Nada. Silêncio pesado. Nervos à flor da pele. Balou pensa alto. Ficar zen. Nada de quebrar vidros. Alarme toca. Esperar guardas à noite. Victoria cola nele. Família espera em casa, diz. Mas adora a ilha deserta. Mão nas nádegas dele. Ele pula. O quê? Relaxa, bonitão. Mostra o bureau. Frigobar com bebidas. Ela agarra a braguette. Humm, cheio de novo, Darling. Chegam ao open-space. Chaves giram. Grandes janelas. Vista da cidade. Luz dos postes. Ela quer sexo no bureau. Marca das minhas nádegas pra sempre. Vem, rápido. Ele hesita. Ela pula no pescoço. Rasga camisa. Solta calça. Joelho no chão. Boca voraz no pau. Chupa forte. Lambe. Engole. Ele no fauteuil. Olhos fechados. Cresce na boca quente. Ela implora. Levrette agora, chefe. Oferece bunda. Ecarta nádegas. Fenda molhada. Deita no bureau. Empurra teclado. Cambrada. Ele admira. Glande no clitóris. Esfrega. Ela grita. Ansiosa. Bunda pra trás. Ele sorri. Golpe forte. Aah! Ela urra. Unhas no móvel. Ele soca. Ventre bate na borda. Ela baba. Orgasmo rasga. Ele rasga vestido. Dedos no cu. Dupla penetração. Gritos ecoam. Suor no bureau. Vem no cu, Darling! Ele manda. Quatro patas na moqueta. Posiciona. Entra seco no ânus. Râle agudo. Lento no início. Ela louca. Quer tudo já. Ele acelera. Pinça tetas. Ela enfia dedos na buceta. Suor gruda peles. Ahans ofegantes. Luz dos postes ilumina.
Ele a fode como animal. Ela arranha moqueta. Joelhos queimam. Lágrimas de prazer. Gozo violento. Ele segura. Mais orgasmo dela. Convulsão. Ele explode no cu. Selvagem. Idade da pedra. Cai sobre ela. Beija nuca. Língua no ouvido. Ela geme. Peso dele a domina. Poder e doçura. Ele sai pros toalhetes. Ela nua em saltos e meias. Poses nas janelas. Senta nos bureaus. Cheiro meu pros caras segunda. Ele volta. Veste-te! Guardas vêm. Ela ri. Dança colada. Pé no molho dele. Beijos fundem. Línguas dançam. Ventre contra ventre. Slow quente. Tetos duros no peito dele. Arrepios. Garganta oferecida. Pau duro de novo. Goza nos meus peitos? Deita. Une seios. Pontas eretas. Ele beija ventre. Chupa tetas. Sucção de bebê. Ela bate punheta. Meu bebê grande. Ele geme. Ela goza muda. Sensíveis demais. Língua dói de prazer. Ele ajoelha. Pau entre peitos. Bolas no ventre. Ela aperta. Glande viola. Língua dela lambe lábios. Ele fode mais forte. Goza. Jatos na garganta. Couro quente. Ela coleta sêmen. Chupa dedos. Ele suga. Ela o provoca. Ajoelha ele. Dedos no cu dele. Dois fundo. Ele punheta furioso. Corpo treme. Goza nas coxas dela. Râles no bureau vazio.
A Febre
Corpos exaustos. Pele arde ainda. Suor seca frio. Ela sorri. Ele beija lento. Coração desacelera. Mas urgência volta sutil. Três da manhã. Lanterna na mão. Porta de emergência. Ar gelado da noite. Livres. Roupa rasgada. Jaqueta dele aquece. Pelouse úmida. Parking vazio. Voz ecoa. Onde vão, Balou, com sua gata? Ele congela. Suor frio. Reconhece. Não ele! A seguir…



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