Confissão Picante: Iniciação no Clube e o Êxtase no Trem
O castelo surge à noite, candelabros tremeluzem. Ar doce, perfumes misturados. Corpos roçam meus braços. Coração martela. Ele me guia pela alameda reta. Eu sigo, pele em brasa. Medo e fome se misturam. Olhos dele me sondam há meses. Fantasias sussurradas: eu com outra mulher, ele olhando. Eu provoco: um estranho nos penetrando. Agora, aqui. Salas cheias de gemidos abafados. Encontro-a. Miúda, corpo de criança e mulher. Despindo-se à luz das velas. Ele manda: deita ao lado dela. Obedeço. Lábios roçam seus seios. Firmes, como pêssegos maduros. Mordisco. Sopro. Endurecem. Ela arqueia. Desço. Língua dele já no clitóris dela. Junto-me. Provo salgado doce. Basculamos. Ele assiste, olhos famintos. Levanta-se. Junta-se. Mãos quentes em mim. Dedos invadem. Dois, três. Violentos. Ela lambe meu sexo. Orgasmo explode. Coração galopa. Suor escorre. Ele na boca dela, eu devorada. Mãos estranhas. Medo pisca. Mas desejo engole.
Corpos colidem. Ritmo acelera. Ela chupa ele voraz. Eu gemo sob dedos alheios. Ele perde controle. Passivo? Mentira. Pênis duro, mãos possessivas. Pele queima. Calor sobe. Pernas tremem. Jogamos à beira do abismo. Noite devora almas.
A Febre
Meses depois, trem lotado. Promiscuidade como no castelo. Observo. Ele, vis-à-vis. Olhar furtivo. Pernas se tocam. Sinal dado. Mão dele sob saia. Pressiona. Dedos buscam. Trem sacode. Ajuda. Invade sem piedade. Dois dedos fundo. Grito engolido. Corpo torce. Para. Sadico. Levanta. Vai embora. Furor me leva. Procuro. Porta entreaberta. Mão puxa. Fechadura clica. Levanta-me. Fico no lavabo. Pernas nos ombros dele. Língua devora clitóris. Dedos penetram. Voraz. Grito ecoa. Trem para. Ele sai. Olho no espelho: ruína bela. Quai: ele beija bruna e menino. Família perfeita.
Cinzas caem. Candelabros apagam. Trem some. Pele ainda arde. Coração desacelera devagar. Gravado no osso. Vida dupla. Segredo meu. Intensidade marca pra sempre. Volto ao dia. Mas o fogo sussurra.



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