Confissão Picante na Praia do Levant: Paixão Nua e Selvagem em 1975

Ambiente íntimo de boudoir

A lua estica raios prateados sobre a praia da Favière. O mar calmo lambe a areia. Caminhamos lado a lado, Jacqueline e eu. O ar quente de junho gruda na pele nua. Meu coração martela. Ela pega minha mão. Dedos entrelaçados. Suor escorre pelas costas. Olho para ela. Seios firmes balançam levemente. Pubis escuro brilha à luz noturna. A timidez some. Desejo sobe como lava. Tudo fica vermelho. Pulso acelera. Ela para. Vira-se. Olhos famintos. ‘Sempre tão tímido?’, sussurra. Boca na minha. Língua invade. Molhada, quente. Mãos nas minhas costas. Unhas cravam. Meu pau endurece num instante. Pressiona contra sua barriga macia. Ela ri baixo. Sensual. Devorador. Arrasto-a para a areia. Quero possuí-la já. Agora. Pele queima. Coração explode. Febre total. Ela guia. Inicia. Eu sigo. Perdido no ardor.

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Nus na areia. Roupas jogadas. Ela me puxa para a água morna. Ondas leves nos envolvem. Mão dela agarra meu pau. Aperta. Forte. Eu gemo. Dedos deslizam. Ritmo urgente. Meu corpo treme. Sucção na água rasa. Boca dela engole. Quente. Molhada. Língua gira. Eu agarro seus cabelos. Empurro. Selvagem. Ela solta. Vira-se. Costas arqueadas. Bunda empinada. Água até os joelhos. Eu entro. Devagar primeiro. Ela geme alto. ‘Mais forte!’. Obedeço. Estocadas brutas. Pele bate na pele. Água espirra. Suor mistura com sal. Coração galopa. Seios balançam. Mãos minhas apertam quadris. Marcas vermelhas. Ela vira. Enfrenta. Pernas ao redor da minha cintura. Eu a levanto. Penetro fundo. Ritmo feroz. Gritos ecoam na noite. Fogo multiplica. Cada thrust é posse. Carne rasga carne. Orgasmo sobe. Explosivo. Ela goza primeiro. Corpo convulsa. Unhas nas costas. Eu sigo. Jorro dentro. Quente. Eterno. Rolamos na areia. Areia gruda no suor. Ela por cima. Cavalga. Seios na cara. Mordo mamilos. Duros. Ela quica. Violenta. Mais uma vez. Braseiro sem fim.

A Febre

Corpos exaustos na areia fria. Ondas lambem pés. Pele ainda arde. Vermelha, marcada. Coração desacelera devagar. Ela deita no meu peito. Respiração pesada. Cheiro de sexo no ar. Lua testemunha. Noite vira cinzas quentes. Sorriso dela. ‘Viraste naturista de vez’. Rio baixo. Dedos traçam curvas suadas. Amanhece lento. Pequeno-almoço no bar do camping. Olhares cúmplices. Barco de Loulou nos leva de volta ao Levant. Segunda de Pentecostes. Mais um dia nu. Rochas, sol, risos. Mas a praia marcou. Prazer total. Devorador. Perigoso. Pele queima ainda. Memória eterna. Sirene do Levant. Paixão que consome.

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