Confissão Picante: A Hora Dupla na Fazenda Devoradora
A fazenda velha range sob o vento sul. Lua minguante ilumina o pátio vazio. Festas acabaram. Só nós quatro. Coração martela no peito. Nathalie se aninha em Sébastien. Coberta os cobre. Mãos dela deslizam. Ele beija sua boca faminta. Meu pulso acelera. Calor sobe pela nuca. Christophe ao lado, rígido. Olhos escuros. Eu tremo. Desejo vermelho inunda veias. ‘Vem’, sussurro. Ele hesita. Nathalie ri baixo. ‘Uma hora que não existe. Vá, Christophe.’ Eles correm para a cama de hóspedes. Portas batem. Eu arrasto ele para a cozinha. Fogo crepita. Pele arde. Desabotoo a blusa devagar. Seios livres saltam. Pontas duras doem de tesão. Ele engole seco. Coração dele galopa contra o meu. Juízo some. Só urgência. Carne chama carne.
Corpo nu. Tomettes frias nos pés. Ele me devora com olhos. Mãos grossas agarram quadris. Boca na minha. Língua invade, faminta. Rasga minha saia branca. Slip vermelho cai. Dedos abrem minhas coxas. Língua dele mergulha no mel quente. Clitó lateja. Gemidos escapam roucos. Coração explode. Suor escorre pelas costas. Eu o empurro na cadeira. Rasgo calça. Pau duro pulsa na palma. Veias inchadas. Gosto salgado na língua. Engulo fundo. Ele grunhe. Mãos nos cabelos puxam. Fogo consome. Levanto. Monto nele. Carne rasga carne. Quadris batem selvagens. Pele gruda suada. Unhas cravam costas. Ritmo furioso. Orgasmo sobe como onda. Grito abafado. Ele goza dentro, jorra quente. Corpo treme. Não para. Vira-me. Entra por trás. Profundo. Brutal. Coração soca. Pele queima. Possessão total.
A Febre
Cinzas quentes. Relógio marca três. Pendemos tudo. Volta às duas. Quatro nus descem escada. Nathalie sorri, pernas bambas. ‘Teu homem’, diz. Pego Sébastien. Olhos dele brilham saciados. Subimos. Cama range de novo. Ele me fode como fera. Ciúme vira combustível. Pausada e profunda. Pele ainda ferve. Corações desaceleram devagar. Suor seca frio. Abraços moles. Manhã chega preguiçosa. Toasts frios. Visita a capelas. Silêncio cúmplice. Noite gravada na carne. Única. Devoradora. Esquecida? Jamais.



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